AURE3

Auren Energia S.A (AURE3)

Setor: Energia Elétrica · Cotação: R$ 11,12 (fechamento 26/10/2026) · Dividend Yield (12m): 0,00% · Faixa 52 semanas: R$ 9,64 – 16,36

Dados cadastrais (CVM)

  • CNPJ: 28.594.234/0001-23
  • Código CVM: 26620
  • Setor: Energia Elétrica
  • Categoria CVM: Categoria A
  • Sede: SÃO PAULO / SP
  • Diretor de RI: Mateus Gomes Ferreira
  • Auditor: PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA.
  • Registro CVM: 25/02/2022
  • Situação: ATIVO

Dividendos por ano

  • 2025: R$ 0,0570 em 1 pagamento(s)
  • 2024: R$ 0,4000 em 1 pagamento(s)
  • 2023: R$ 3,0000 em 2 pagamento(s)
  • 2022: R$ 0,1000 em 1 pagamento(s)

Documentos recentes (CVM)

O que dizem os documentos mais recentes

Conversão de Categoria da CESP | Protocolo de Pedido

Fato Relevante — 22/09/2026

O que aconteceu. A Auren Energia S.A., a CESP e a Auren Operações informaram que a CESP protocolou na CVM um pedido de conversão de seu registro de emissor de valores mobiliários da Categoria B para a Categoria A.

O procedimento faz parte da Fase 2 da reorganização societária do grupo Auren Energia.

Por que importa para o acionista. A conversão de categoria de registro é um passo regulatório dentro do processo de reorganização societária já anunciado anteriormente pelo grupo.

Impacto provável. O documento não aponta impacto financeiro direto imediato, tratando-se de andamento de trâmite regulatório e societário.

O que muda na tese. O documento apenas registra o andamento formal e regulatório da Fase 2 da reorganização societária do grupo Auren Energia. Não há impactos financeiros imediatos ou alterações estruturais relevantes na tese de investimento além do avanço processual esperado.

Pontos de atenção

  • O processo seguirá os procedimentos previstos na regulamentação da CVM.
  • As companhias informarão fatos subsequentes sobre o tema.

Release de Resultados 2T26/2026

Dados Econômico-Financeiros — 05/08/2026

O que aconteceu. A Auren Energia divulgou o seu relatório de resultados referentes ao segundo trimestre de 2026, reportando um EBITDA ajustado de R$ 858,9 milhões.

A companhia registrou ganhos de modulação de R$ 70,5 milhões, que ajudaram a mitigar parcialmente o impacto do curtailment de R$ 97,8 milhões no período.

A dívida líquida da empresa apresentou redução de R$ 194,2 milhões no trimestre, enquanto a alavancagem encerrou em 5,3x a relação Dívida Líquida/EBITDA Ajustado.

Por que importa para o acionista. O resultado operacional foi afetado por menores recursos eólicos e maiores níveis de curtailment, além de um resultado inferior no segmento de comercialização.

A empresa também avançou em etapas da sua reorganização societária e avalia a adesão à portaria de compensação financeira para perdas com curtailment.

Impacto provável. O desempenho financeiro e operacional reflete os desafios conjunturais do setor de energia renovável, mantendo a atenção dos acionistas para a evolução da desalavancagem e das discussões regulatórias.

O que muda na tese. A tese de investimento permanece equilibrada pelos desafios operacionais do curtailment e menor recurso eólico, parcialmente compensados por ganhos robustos de modulação. O avanço em Cajuína 3 e a regulamentação da compensação via Portaria nº 140 trazem perspectivas positivas para mitigação de perdas. A simplificação societária remove temporariamente covenants e otimiza a estrutura, apesar da alavancagem em 5,3x.

Pontos de atenção

  • Evolução dos cortes de geração e regulação definitiva do curtailment.
  • Conclusão das etapas da reorganização societária envolvendo a CESP.
  • Avanço na conclusão comercial do projeto Cajuína 3 prevista para dezembro.
  • Dinâmica de preços de curto prazo e patamares do PLD.

Conteúdo de dados (cotação, dividendos e documentos), sem recomendação de investimento. Fontes: B3/Yahoo Finance e CVM.