CAML3

Camil Alimentos S.A. (CAML3)

Setor: Alimentos · Cotação: R$ 4,75 (fechamento 26/10/2026) · Dividend Yield (12m): 6,17% · Faixa 52 semanas: R$ 4,10 – 7,40

Dados cadastrais (CVM)

  • CNPJ: 64.904.295/0001-03
  • Código CVM: 24228
  • Setor: Alimentos
  • Categoria CVM: Categoria A
  • Sede: SÃO PAULO / SP
  • Diretor de RI: Flávio Jardim Vargas
  • Auditor: BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES - SOCIEDADE SIMPLES LIMITADA
  • Registro CVM: 26/09/2017
  • Situação: ATIVO

Dividendos por ano

  • 2026: R$ 0,2199 em 3 pagamento(s)
  • 2025: R$ 0,2932 em 4 pagamento(s)
  • 2024: R$ 0,2932 em 4 pagamento(s)
  • 2023: R$ 0,2887 em 4 pagamento(s)
  • 2022: R$ 0,3649 em 5 pagamento(s)
  • 2021: R$ 0,2472 em 4 pagamento(s)
  • 2020: R$ 0,5838 em 5 pagamento(s)
  • 2019: R$ 0,1797 em 5 pagamento(s)
  • 2018: R$ 0,1608 em 2 pagamento(s)
  • 2017: R$ 0,1585 em 1 pagamento(s)

Documentos recentes (CVM)

O que dizem os documentos mais recentes

Earnings Release 2T26

Dados Econômico-Financeiros — 08/10/2026

O que aconteceu. A Camil Alimentos S.A. divulgou os dados econômico-financeiros referentes ao segundo trimestre de 2026.

A companhia registrou receita líquida de R$2,8 bilhões e EBITDA de R$225,3 milhões, com margem EBITDA de 8,2%. O lucro líquido do período atingiu R$41,3 milhões.

O volume consolidado atingiu 604,7 mil ton, apresentando retração na comparação anual.

Por que importa para o acionista. O resultado trimestral mostra o desempenho operacional e financeiro da empresa, refletindo pressões de custos, variações de volume nas categorias de alto giro e alto valor, além da dinâmica nos mercados internacionais.

Para quem possui a ação, acompanhar a evolução da margem bruta e da alavancagem financeira é essencial para entender a geração de caixa e a sustentabilidade dos negócios.

Impacto provável. O impacto no preço da ação depende de como o mercado avalia a retração no volume consolidado e no lucro líquido frente às expectativas anteriores, mantendo-se a incerteza inerente à volatilidade dos preços de matérias-primas.

O que muda na tese. A expansão da margem bruta para 24,7% e o crescimento no segmento de alto valor ajudam a compensar a retração no volume consolidado e o endividamento ainda elevado com dívida líquida sobre EBITDA em 4,7x. A normalização do capex e a captura de eficiências operacionais mostram resiliência, mas a pressão inflacionária de custos logísticos e de pessoal no Brasil exige cautela para a sustentação dos resultados futuros.

Pontos de atenção

  • Desempenho dos segmentos de alto giro e alto valor no mercado doméstico.
  • Evolução da dívida líquida e do indicador de alavancagem.
  • Condições de preços de matérias-primas na América Latina.
  • Prazos e condições dos pagamentos de dividendos aprovados.

Earnings Release 2T26

Dados Econômico-Financeiros — 08/10/2026

O que aconteceu. A Camil Alimentos S.A. divulgou seus dados econômico-financeiros referentes ao segundo trimestre de 2026, cobrindo o período de junho de 2026 a agosto de 2026.

A companhia registrou receita líquida de R$ 2,8 bilhões no período. O EBITDA consolidado alcançou R$ 225,3 milhões, com margem EBITDA de 8,2%.

O lucro líquido do trimestre foi de R$ 41,3 milhões, com margem líquida de 1,5%.

Por que importa para o acionista. O resultado trimestral reflete a dinâmica operacional da companhia nas categorias de alto giro, alto valor e no mercado internacional, impactada por variações de preços de matérias-primas e volumes comercializados.

O endividamento medido pela relação dívida líquida sobre EBITDA UDM encerrou o período em 4,7x.

Impacto provável. O impacto no preço da ação depende da leitura do mercado sobre a retração de volumes consolidados e a compressão do lucro líquido em comparação ao mesmo período anterior, ponderada pela expansão da margem bruta.

O que muda na tese. O resultado do 2T26 mostra expansão de 2,1 p.p. na margem bruta para 24,7% e crescimento de 14% no volume do segmento de alto valor, evidenciando o sucesso da estratégia de diversificação. Em contrapartida, a retração de 4,6% no volume consolidado e a queda de 47,5% no lucro líquido demonstram os desafios na linha final e a alavancagem em 4,7x da Dívida Líquida/EBITDA. O endividamento elevado e a pressão sobre os volumes mantêm a cautela para a tese de investimento.

Pontos de atenção

  • Desempenho dos segmentos de alto giro e alto valor no Brasil.
  • Evolução dos preços de matérias-primas e do mercado internacional.
  • Nível de alavancagem financeira e endividamento.
  • Execução dos planos de investimento e capex.

Earnings Release 1T26

Dados Econômico-Financeiros — 14/07/2026

O que aconteceu. A Camil Alimentos S.A. divulgou seu press-release de resultados referente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26). O volume consolidado atingiu 593,6 mil toneladas, registrando um crescimento de +17,9% na comparação anual, impulsionado pelas altas nos segmentos de alto giro, alto valor e internacional.

A receita líquida ficou em R$ 2,7 bilhões, apresentando pequena variação de -0,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. O EBITDA alcançou R$ 210,0 milhões, com margem de 7,9%, enquanto o lucro líquido somou R$ 28,0 milhões, uma retração de -57,6% YoY.

Por que importa para o acionista. O forte crescimento do volume vendido ajudou a compensar o impacto da queda nos preços de alimentos como o arroz, mantendo a receita líquida praticamente estável. No entanto, o aumento das despesas operacionais e do resultado financeiro pressionou a rentabilidade final.

A alavancagem financeira medidas pela dívida líquida sobre o EBITDA UDM encerrou o trimestre em 4,7x, o que exige atenção do acionista para a gestão do endividamento e do capital de giro da companhia.

Impacto provável. O impacto no preço da ação tende a refletir o duplo movimento: a boa expansão de volumes e ganho de escala frente à pressão nos custos e margens, com incertezas sobre o comportamento futuro dos preços das commodities agrícolas.

O que muda na tese. O forte crescimento de volumes de 17,9% demonstra a resiliência e a expansão operacional da companhia, compensando a deflação de preços de arroz. No entanto, o avanço expressivo das despesas operacionais e a alta da alavancagem financeira para 4,7x exercem forte pressão sobre a rentabilidade líquida e exigem cautela com a estrutura de capital.

Pontos de atenção

  • Evolução da dívida líquida e do indicador de alavancagem de 4,7x.
  • Desempenho da inflação de custos e despesas com fretes e pessoal.
  • Recuperação de margens nas operações nacionais e internacionais.
  • Cronograma de amortização de dívidas de curto e longo prazo.

Conteúdo de dados (cotação, dividendos e documentos), sem recomendação de investimento. Fontes: B3/Yahoo Finance e CVM.