MRVE3

Mrv Engenharia E Participações S.A. (MRVE3)

Setor: Construção Civil, Mat. Constr. e Decoração · Cotação: R$ 4,51 (fechamento 26/10/2026) · Dividend Yield (12m): 0,00% · Faixa 52 semanas: R$ 4,12 – 10,53

Dados cadastrais (CVM)

  • CNPJ: 08.343.492/0001-20
  • Código CVM: 20915
  • Setor: Construção Civil, Mat. Constr. e Decoração
  • Categoria CVM: Categoria A
  • Sede: BELO HORIZONTE / MG
  • Diretor de RI: Ricardo Paixão Pinto Rodrigues
  • Auditor: ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S LTDA.
  • Registro CVM: 13/07/2007
  • Situação: ATIVO

Dividendos por ano

  • 2022: R$ 0,3956 em 2 pagamento(s)
  • 2021: R$ 0,6400 em 3 pagamento(s)
  • 2020: R$ 0,3401 em 1 pagamento(s)
  • 2019: R$ 1,1113 em 3 pagamento(s)
  • 2018: R$ 1,0300 em 3 pagamento(s)
  • 2017: R$ 0,6397 em 2 pagamento(s)

Documentos recentes (CVM)

O que dizem os documentos mais recentes

Declaração de Alienação de Participação Acionária Relevante

Comunicado ao Mercado — 14/10/2026

O que aconteceu. A MRV Engenharia e Participações S.A. informou ao mercado que recebeu uma notificação da M&G sobre a alienação de participação acionária relevante na companhia.

A M&G passou a deter 27.591.122 ações, o que equivale a 4,90% da base acionária da empresa.

Por que importa para o acionista. Movimentações de grandes acionistas ajudam a entender a composição do capital da empresa, mas não alteram diretamente as operações, o caixa ou a geração de resultados da MRV.

Impacto provável. O impacto direto nos negócios da companhia é neutro, pois trata-se apenas de movimentação de participação de um investidor no capital social.

Pontos de atenção

  • Verificar se haverá novas divulgações sobre a composição acionária
  • Acompanhar eventuais desdobramentos informados pela empresa

Prévia Operacional 3T26

Comunicado ao Mercado — 08/10/2026

O que aconteceu. A MRV Engenharia e Participações S.A. divulgou sua prévia operacional referente ao terceiro trimestre de 2026, reportando geração de caixa de R$ 456 milhões para o consolidado MRV&CO, impulsionada pela venda de ativos da Resia e da Luggo e pela geração de caixa da Urba.

A MRV Incorporação registrou recordes históricos em vendas líquidas, que alcançaram R$ 3 bilhões, e em unidades produzidas, que somaram 11,3 mil unidades. A velocidade de vendas líquida (VSO) atingiu 25,1%.

Por que importa para o acionista. A forte geração de caixa e o avanço nas vendas demonstram o progresso no reequilíbrio operacional da companhia, apesar de impactos negativos pontuais, como a greve dos funcionários da Caixa Econômica Federal em setembro.

A venda de ativos em subsidiárias como Luggo e Resia reforça a estratégia de desalavancagem e simplificação operacional da empresa.

Impacto provável. O efeito provável no mercado depende de como os investidores avaliam os resultados operacionais frente aos desafios macroeconômicos e setoriais, mantendo incertezas sobre o ritmo completo dos repasses e registros.

O que muda na tese. A forte geração de caixa de R$ 456 milhões no 3T26 e os recordes operacionais de vendas e produção evidenciam avanço consistente na desalavancagem e no reequilíbrio da companhia. A monetização de ativos na Luggo e na Resia mitiga riscos de liquidez, compensando parcialmente impactos exógenos como a greve da CEF. Para o acionista, melhora a visibilidade de execução do plano estratégico, embora a conversão integral de vendas em repasses e registros permaneça como ponto de monitoramento.

Pontos de atenção

  • Impacto da greve da Caixa Econômica Federal na liberação de pagamentos e repasses.
  • Andamento das liquidações de vendas de ativos anunciadas na Resia.
  • Evolução das vendas, repasses e registros para alcançar o mesmo patamar da produção.
  • Condições atuais de taxas de juros e ambiente de mercado.

Venda Ativos Luggo

Comunicado ao Mercado — 01/10/2026

O que aconteceu. A MRV Engenharia e Participações S.A. informou ao mercado que a Luggo concluiu a venda da totalidade das quotas das sociedades de propósito específico proprietárias de 3 empreendimentos Luggo.

A operação foi realizada com um fundo de investimento imobiliário estruturado em conjunto com a Mauá Capital e administrado pela Vórtx.

A transação envolveu 437 unidades no total, divididas entre Luggo Pampulha, Luggo Mauá e Luggo Samambaia.

Por que importa para o acionista. A venda foi concluída pelo valor de R$ 166 milhões e faz parte da estratégia da companhia focada em geração de caixa, desalavancagem e simplificação operacional.

Do valor total, a geração de caixa imediata será de R$ 144 milhões, enquanto o restante será recebido quando o fundo vender os ativos ou no prazo máximo de 7 anos.

Impacto provável. O impacto esperado é a melhoria nos indicadores de endividamento da companhia e reforço do caixa, embora parte dos recursos dependa de prazos futuros ou da liquidez dos ativos vendidos pelo fundo.

O que muda na tese. A concretização da venda de ativos da Luggo e da Resia injeta liquidez imediata de R$ 144 milhões e totaliza R$ 590 milhões em geração de caixa, auxiliando nos indicadores de endividamento. A desalavancagem é um ponto crítico para a tese de investimento, dada a alta alavancagem atual da companhia. Contudo, parte do recurso depende da liquidez futura dos fundos e do prazo de até 7 anos.

Pontos de atenção

  • Parte do valor da transação será recebida apenas no prazo máximo de 7 anos ou quando o fundo vender os ativos.
  • A Luggo seguirá apenas com a operação de administração de ativos, sem novos empreendimentos prontos ou em construção no momento.
  • A companhia também liquidou anteriormente a venda dos empreendimentos Ten Oaks e Rayzor Ranch, da Resia.
  • As vendas somadas totalizam aproximadamente R$ 590 milhões em geração de caixa com venda de ativos da MRV&CO.

Conteúdo de dados (cotação, dividendos e documentos), sem recomendação de investimento. Fontes: B3/Yahoo Finance e CVM.