Companhia Brasileira De Distribuição (PCAR3)
Setor: Comércio (Atacado e Varejo) · Cotação: R$ 2,21 (fechamento 26/10/2026) · Dividend Yield (12m): 0,00% · Faixa 52 semanas: R$ 1,40 – 4,19
Dados cadastrais (CVM)
- CNPJ: 47.508.411/0001-56
- Código CVM: 14826
- Setor: Comércio (Atacado e Varejo)
- Categoria CVM: Categoria A
- Sede: SÃO PAULO / SP
- Diretor de RI: Inácio Reis Caminha
- Auditor: ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S LTDA.
- Registro CVM: 04/04/1995
- Situação: ATIVO
Dividendos por ano
- 2022: R$ 0,3173 em 1 pagamento(s)
- 2021: R$ 1,9486 em 1 pagamento(s)
- 2020: R$ 0,5210 em 1 pagamento(s)
- 2019: R$ 0,7240 em 2 pagamento(s)
- 2018: R$ 1,1142 em 4 pagamento(s)
- 2017: R$ 0,2564 em 1 pagamento(s)
Documentos recentes (CVM)
- 21/10/2026 — Fato Relevante: Publicac¸a~o da Homologac¸a~o do Plano de Recuperação Extrajudicial
- 08/10/2026 — Valores Mobiliários Negociados e Detidos: Valores Mobiliários Negociados e Detidos
- 08/10/2026 — Valores Mobiliários Negociados e Detidos: Valores Mobiliários Negociados e Detidos
- 08/10/2026 — Fato Relevante: Homologação Plano de Recuperação Extrajudicial
- 07/10/2026 — Informações de Companhias em Recuperação Judicial ou Extrajudicial: Homologação Plano de Recuperação Extrajudicial
- 07/10/2026 — Fato Relevante: Homologação Plano de Recuperação Extrajudicial
- 29/09/2026 — Comunicado ao Mercado: Corretora GPA
- 10/09/2026 — Reunião da Administração: Alteração de Membros do Conselho de Administração e Eleição de Diretora
- 10/09/2026 — Comunicado ao Mercado: Alteração de Membros do Conselho de Administração
- 09/09/2026 — Valores Mobiliários negociados e detidos (art. 11 da Instr. CVM nº 358): Valores Mobiliários Negociados e Detidos
- 09/09/2026 — Valores Mobiliários negociados e detidos (art. 11 da Instr. CVM nº 358): Valores Mobiliários Negociados e Detidos
- 03/09/2026 — Reunião da Administração: Eleição de Diretor(es)
- 31/08/2026 — Comunicado ao Mercado: Notícia divulgada na mídia
- 14/08/2026 — Informações de Companhias em Recuperação Judicial ou Extrajudicial: Term Sheet das debêntures do Plano de Recuperação Extrajudicial
- 14/08/2026 — Comunicado ao Mercado: Disponibilização Term Sheet na CVM
- 12/08/2026 — Fato Relevante: Term Sheet das debêntures do Plano de Recuperação Extrajudicial
- 10/08/2026 — Valores Mobiliários negociados e detidos (art. 11 da Instr. CVM nº 358): Valores Mobiliários negociados e detidos (art. 11 da Instr. CVM nº 358)
- 10/08/2026 — Valores Mobiliários negociados e detidos (art. 11 da Instr. CVM nº 358): Valores Mobiliários negociados e detidos (art. 11 da Instr. CVM nº 358)
- 04/08/2026 — Reunião da Administração: Análise e deliberação acerca do Relatório da Administração e das Informações Financeiras Trimestrais referentes ao 2T26
- 04/08/2026 — Dados Econômico-Financeiros: Release 2T26
O que dizem os documentos mais recentes
Homologação Plano de Recuperação Extrajudicial
O que aconteceu. A Companhia Brasileira de Distribuição informou ao mercado que o Juízo da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central da Comarca de São Paulo homologou o plano de recuperação extrajudicial da Companhia em 8 de outubro de 2026.
O plano abrange créditos quirografários no montante total de R$ 4,568 bilhões, tendo obtido adesão de credores titulares de 57,49% dos créditos sujeitos.
Por que importa para o acionista. A homologação permite a reestruturação do passivo quirografário não corrente da empresa por meio de opções de pagamento, emissão de novas debêntures e captação de novos recursos no valor de R$ 200 milhões.
O processo busca readequar a estrutura de capital e garantir a continuidade das operações de forma sustentável.
Impacto provável. A medida deverá impactar positivamente o serviço da dívida e a liquidez de curto prazo da Companhia, embora os desdobramentos completos dependam da implementação dos atos previstos.
O que muda na tese. A homologação oficial da recuperação extrajudicial reduz o risco de insolvência imediata e melhora a liquidez de curto prazo através da reestruturação de R$ 4,568 bilhões em créditos quirografários. Contudo, a alta alavancagem histórica e a necessidade de captação de R$ 200 milhões em novos recursos mantêm a cautela estrutural sobre a tese de investimento.
Pontos de atenção
- Implementação dos atos necessários ao plano.
- Captação dos novos recursos no valor de R$ 200 milhões.
- Celebração dos instrumentos relativos aos créditos sujeitos.
- Manutenção das operações normais junto a fornecedores e clientes.
Homologação Plano de Recuperação Extrajudicial
O que aconteceu. A Companhia Brasileira de Distribuição informou ao mercado que a Justiça homologou o plano de recuperação extrajudicial da empresa.
O plano abrange créditos quirografários não relacionados a operações correntes no montante total de R$ 4,568 bilhões, tendo obtido a adesão de credores titulares de 57,49% dos créditos sujeitos.
Por que importa para o acionista. A homologação permite a novação dos créditos sujeitos, que passam a ser pagos conforme as opções eleitas pelos credores.
A medida busca reestruturar o passivo da companhia e alinhar o redimensionamento de sua estrutura de capital.
Impacto provável. A reestruturação deverá impactar positivamente o serviço da dívida e a liquidez de curto prazo da Companhia, embora os desdobramentos dependam da implementação integral dos termos do plano.
O que muda na tese. A homologação judicial do plano de recuperação extrajudicial reduz o risco de insolvência de curto prazo ao reestruturar R$ 4,568 bilhões em créditos quirografários e viabilizar a captação de R$ 200 milhões em novos recursos. Essa medida alivia o serviço da dívida e melhora a liquidez imediata da companhia, preservando a continuidade operacional. No entanto, a alta alavancagem histórica e o perfil de rentabilidade desafiador exigem cautela na avaliação dos desdobramentos futuros.
Pontos de atenção
- Captação de R$ 200 milhões em novos recursos.
- Implementação dos instrumentos relativos aos novos recursos e aos créditos sujeitos.
- Manutenção da normalidade operacional com fornecedores e clientes.
- Acompanhamento de novas informações divulgadas pela companhia.
Corretora GPA
O que aconteceu. A Companhia Brasileira de Distribuição informou que sua subsidiária GPA 2 Corretora e Administradora de Seguros Ltda. obteve habilitação junto à Superintendência de Seguros Privados para atuar como corretora de seguros de danos e de pessoas em todo o território nacional.
A Corretora GPA atuará em regime de co-corretagem com a Willis Corretores de Seguros Ltda. na intermediação de seguros para cobertura de riscos seguráveis próprios da companhia e de suas afiliadas.
Por que importa para o acionista. A criação da corretora própria busca aumentar a eficiência operacional e gerar receitas adicionais ao internalizar parte das comissões antes pagas integralmente a terceiros.
O documento menciona que, nos últimos três exercícios sociais, a companhia reconheceu cerca de 185 milhões de reais em prêmios apenas com a contratação de seguros garantia.
Impacto provável. O impacto financeiro exato não foi quantificado em valores líquidos, mas a iniciativa visa capturar um percentual das comissões, mantendo a estratégia comercial inalterada.
Pontos de atenção
- Parceria estabelecida em regime de co-corretagem com a Willis.
- Atuação voltada para a cobertura de riscos seguráveis próprios.
- Compromisso declarado com a disciplina de custos e eficiência operacional.
Conteúdo de dados (cotação, dividendos e documentos), sem recomendação de investimento. Fontes: B3/Yahoo Finance e CVM.