SANB3

Banco Santander (Brasil) S.A. (SANB3)

A Banco Santander (Brasil) S.A. é uma companhia aberta do setor de bancos. Atividade registrada na CVM: banco Múltiplo com Carteira Comercial.

Setor: Bancos · Cotação: R$ 12,23 (fechamento 03/11/2026) · Dividend Yield (12m): 8,46% · Faixa 52 semanas: R$ 11,84 – 18,68

Dados cadastrais (CVM)

  • CNPJ: 90.400.888/0001-42
  • Código CVM: 20532
  • Setor: Bancos
  • Categoria CVM: Categoria A
  • Sede: SÃO PAULO / SP
  • Diretor de RI: Carlos Ignacio Muñiz Gonzalez Blanch
  • Auditor: PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA.
  • Registro CVM: 02/03/2007
  • Situação: ATIVO

Dividendos por ano

  • 2026: R$ 1,0345 em 5 pagamento(s)
  • 2025: R$ 0,8934 em 4 pagamento(s)
  • 2024: R$ 0,7668 em 4 pagamento(s)
  • 2023: R$ 0,7941 em 4 pagamento(s)
  • 2022: R$ 1,0675 em 5 pagamento(s)
  • 2021: R$ 1,3504 em 5 pagamento(s)
  • 2020: R$ 1,3358 em 4 pagamento(s)
  • 2019: R$ 0,9952 em 4 pagamento(s)
  • 2018: R$ 0,8405 em 4 pagamento(s)
  • 2017: R$ 0,7044 em 5 pagamento(s)

Documentos recentes (CVM)

O que dizem os documentos mais recentes

Release de Resultados 3T26 - Versão em Português

Dados Econômico-Financeiros — 28/10/2026

O que aconteceu. O Banco Santander (Brasil) S.A. entregou à CVM o documento com os dados econômico-financeiros e o press-release referente ao terceiro trimestre de 2026.

A companhia registrou lucro líquido gerencial recorrente de R$ 2,9 bilhões no período, o que representa redução em relação ao trimestre anterior e ao mesmo período do ano anterior.

A carteira de crédito ampliada encerrou o período em R$ 721.264 milhões, com avanço tanto no trimestre quanto em doze meses.

Por que importa para o acionista. O resultado trimestral é o principal termômetro da saúde financeira da empresa e afeta diretamente a geração de valor para o acionista e a capacidade de distribuição de proventos.

A evolução da carteira de crédito e dos indicadores de inadimplência e eficiência mostra como o banco navega pelo cenário macroeconômico atual.

Impacto provável. O efeito no preço da ação depende da leitura do mercado sobre a sustentabilidade da margem financeira e o controle de despesas frente ao custo de crédito.

O que muda na tese. O resultado do 3T26 mostra resiliência operacional com forte controle de despesas gerais e avanço na carteira de crédito voltada a grandes empresas, mas evidencia pressões persistentes na margem com clientes e deterioração pontual na inadimplência de segmentos específicos como agronegócio e baixa renda. A rentabilidade (ROAE) em 11,9% e a compressão do capital principal refletem um ambiente macroeconômico ainda desafiador para a expansão dos retornos. Para o acionista, o balanço permanece sólido e a disciplina de custos protege a eficiência, embora a retomada de patamares históricos de rentabilidade dependa da melhora do ciclo de crédito.

Pontos de atenção

  • Comportamento da inadimplência e do custo de crédito.
  • Evolução da margem financeira com clientes e com o mercado.
  • Controle das despesas gerais e índice de eficiência.
  • Manutenção dos índices de capital e Basileia.

Release de Resultados 3T26 - Versão em Inglês

Dados Econômico-Financeiros — 28/10/2026

O que aconteceu. O Banco Santander (Brasil) S.A. entregou à CVM o seu press-release de dados econômico-financeiros referente ao terceiro trimestre de 2026.

A companhia registrou lucro líquido gerencial recorrente de R$ 2,9 bilhões no trimestre, apresentando queda de 4,3% em relação ao trimestre anterior e de 28,0% na comparação anual. O retorno gerencial recorrente sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) anualizado ficou em 11,9%.

A carteira de crédito expandida encerrou o período em R$ 721.264 milhões, com alta de 0,9% no trimestre e de 4,7% em doze meses, impulsionada pelo segmento de grandes corporações (Large Corporate). A captação de clientes alcançou R$ 701.316 milhões.

Por que importa para o acionista. O resultado trimestral é o principal termômetro da capacidade de geração de valor e da eficiência operacional do banco em um ambiente de crédito considerado desafiador.

A retração no lucro em relação ao mesmo período do ano anterior reflete pressões nas margens e nos custos de risco, mesmo com o controle rigoroso de despesas gerais e administrativas.

Impacto provável. O impacto no preço da ação depende de como o mercado avaliar a dinâmica entre a compressão de margens, o controle de custos e a qualidade da carteira de crédito, existindo incertezas inerentes ao cenário macroeconômico.

O que muda na tese. O resultado do 3T26 trouxe lucro líquido gerencial recorrente de R$ 2.885 milhões, refletindo pressões nas margens e despesas de provisão em meio a um ambiente macroeconômico ainda desafiador. Por outro lado, a carteira de crédito expandida cresceu 4,7% em doze meses, alcançando R$ 721.264 milhões, com forte destaque para o segmento Large Corporate e disciplina rigorosa nos custos operacionais. A manutenção do ROAE em 11,9% e a seletividade na concessão de crédito mostram resiliência, mas a compressão de margens e a alta da inadimplência em pessoa física exigem cautela.

Pontos de atenção

  • Evolução da inadimplência e do custo de risco nos segmentos de pessoa física e pequenas e médias empresas.
  • Comportamento da margem financeira líquida (NII) e efeitos do mix de produtos.
  • Manutenção da disciplina nos custos operacionais e índice de eficiência.
  • Níveis de capitalização e índice de Basiléia.

Dividendos/Juros sobre Capital Próprio

Aviso aos Acionistas — 09/10/2026

O que aconteceu. O Conselho de Administração do Santander Brasil (SANB3) aprovou a distribuição de Juros sobre o Capital Próprio (JCP) no valor bruto de R$ 1.500.000.000,00. Depois do desconto do Imposto de Renda Retido na Fonte, o valor líquido é de R$ 1.237.500.000,00, exceto para acionistas imunes ou isentos.

Por ação, o valor bruto é de R$ 0,19095423791 para a ON e de R$ 0,21004966171 para a PN. O líquido é de R$ 0,15753724628 para a ON e de R$ 0,17329097091 para a PN. Para a Unit, o bruto é de R$ 0,40100389962 e o líquido é de R$ 0,33082821719.

Recebem os acionistas inscritos nos registros da companhia no final do dia 20 de outubro de 2026. A partir de 21 de outubro de 2026, as ações são negociadas sem direito a esses juros. O pagamento começa em 09 de novembro de 2026.

Por que importa para o acionista. JCP é uma forma de a empresa devolver lucro ao acionista, com desconto de imposto na fonte. Os valores aprovados serão imputados integralmente aos dividendos obrigatórios do exercício de 2026.

A decisão foi aprovada ad referendum da Assembleia Geral Ordinária de 2027. Não há atualização monetária sobre o valor até o pagamento.

Impacto provável. O efeito provável é a entrada de caixa para quem estiver na base acionária em 20 de outubro de 2026. O documento não traz projeção de proventos futuros nem compara com pagamentos anteriores.

O que muda na tese. O Santander Brasil vai pagar R$ 1.500.000.000,00 brutos em JCP, ou R$ 1.237.500.000,00 líquidos do imposto retido, com pagamento a partir de 09 de novembro de 2026. Quem estava inscrito nos registros até o fim do dia 20 de outubro de 2026 tem direito, e as ações passam a ser negociadas sem o direito a partir de 21 de outubro de 2026. O valor entra nos dividendos obrigatórios de 2026, e o documento não indica distribuição adicional além deles.

Pontos de atenção

  • Só recebe quem estiver inscrito nos registros até o final do dia 20 de outubro de 2026.
  • A partir de 21 de outubro de 2026, as ações são negociadas sem os juros.
  • Os ADRs na NYSE são pagos pelo The Bank of New York Mellon; datas específicas dos ADRs não constam do documento.
  • A aprovação final depende da Assembleia Geral Ordinária de 2027.

Conteúdo de dados (cotação, dividendos e documentos), sem recomendação de investimento. Fontes: B3/Yahoo Finance e CVM.