SUZB3

Suzano S.A. (SUZB3)

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina.

Setor: Papel e Celulose · Cotação: R$ 47,51 (fechamento 26/10/2026) · Dividend Yield (12m): 2,36% · Faixa 52 semanas: R$ 39,17 – 59,65

Dados cadastrais (CVM)

  • CNPJ: 16.404.287/0001-55
  • Código CVM: 13986
  • Setor: Papel e Celulose
  • Categoria CVM: Categoria A
  • Sede: SALVADOR / BA
  • Diretor de RI: MARCOS MORENO CHAGAS ASSUMPÇÃO
  • Auditor: PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA.
  • Registro CVM: 15/04/1992
  • Situação: ATIVO

Dividendos por ano

  • 2026: R$ 0,0046 em 1 pagamento(s)
  • 2025: R$ 1,1166 em 1 pagamento(s)
  • 2024: R$ 2,0174 em 1 pagamento(s)
  • 2023: R$ 1,1634 em 1 pagamento(s)
  • 2022: R$ 3,1288 em 3 pagamento(s)
  • 2019: R$ 0,4447 em 1 pagamento(s)
  • 2018: R$ 0,1922 em 1 pagamento(s)
  • 2017: R$ 0,1830 em 1 pagamento(s)

Documentos recentes (CVM)

O que dizem os documentos mais recentes

Acordo com o Grupo Imetame

Comunicado ao Mercado — 31/08/2026

O que aconteceu. A Suzano S.A. informou ao mercado que assinou um acordo com o Grupo Imetame para adquirir uma participação de 10% na Imetame Logística Porto S.A.

A sociedade é responsável pelo desenvolvimento de um empreendimento portuário greenfield em construção no município de Aracruz, no Espírito Santo. A participação da Suzano será formada pelo aporte de terrenos de sua propriedade.

O documento aponta que o fechamento da operação depende do cumprimento de condições precedentes usuais e da aprovação pela autoridade regulatória.

Por que importa para o acionista. Para quem tem a ação, o acordo combina o conhecimento em logística portuária com a monetização de ativos fundiários da companhia, sem representar investimento relevante para a estrutura de capital ou plano de investimentos nos próximos anos.

Impacto provável. O impacto financeiro direto é limitado no curto prazo, uma vez que não há investimentos de capital previstos para o ano em curso associados à participação, ficando o projeto sujeito ao cronograma de implantação dos terminais.

Pontos de atenção

  • Aprovação da operação pela autoridade regulatória.
  • Cumprimento das condições precedentes de mercado.
  • Cronograma de início das operações de carga geral previsto para o início de 2027.
  • Previsão de entrada em operação do terminal de contêineres em meados de 2028.

Eficácia do Acordo de Acionistas

Comunicado ao Mercado — 20/08/2026

O que aconteceu. A Suzano S.A. comunicou ao mercado que passaram a produzir efeitos as disposições do Acordo de Acionistas da Companhia, celebrado em 19 de dezembro de 2025 entre a Suzano Holding S.A. e os acionistas integrantes do Grupo Fanny.

O acordo tornou-se eficaz devido à consumação da primeira redução de capital da Suzano Holding S.A. e ao consequente recebimento, pelo Grupo Fanny, de ações de emissão da Companhia.

Por que importa para o acionista. O documento formaliza a entrada em vigor de regras de governança e controle pactuadas entre os acionistas envolvidos, conforme previsto em documentos anteriores divulgados em 19 de dezembro de 2025.

Impacto provável. O impacto direto nos negócios da companhia não é quantificado no documento, tratando-se de um evento societário e de governança.

Pontos de atenção

  • A cópia do Acordo de Acionistas está disponível no site de relações com investidores.
  • O documento não detalha impactos financeiros imediatos.
  • A operação decorre de atos societários na Suzano Holding S.A.

Release de Resultados 2T26

Dados Econômico-Financeiros — 12/08/2026

O que aconteceu. A Suzano S.A. entregou à CVM o Press-release com os resultados financeiros consolidados do segundo trimestre de 2026.

A companhia registrou EBITDA Ajustado de R$ 4,7 bilhões e um lucro líquido de R$ 1.807 milhões no período.

O documento também detalha a conclusão da aquisição de 51% da joint-venture com a Kimberly-Clark pelo valor de US$ 1,3 bilhão.

Por que importa para o acionista. Para quem possui ações da Suzano, os números mostram o desempenho financeiro e a geração de caixa da empresa frente à volatilidade geopolítica e aos custos de produção.

O fluxo de caixa livre atingiu R$ 3,3 bilhões e a alavancagem financeira encerrou o trimestre em 3,4x em dólar.

Impacto provável. O efeito no preço da ação é incerto, pois depende da reação do mercado aos preços de celulose, custos e aos dados operacionais divulgados.

O que muda na tese. A conclusão da aquisição de 51% da joint venture com a Kimberly-Clark por US$ 1,3 bilhão expande a presença global no segmento de tissue, embora exija monitoramento da alavancagem, que encerrou o 2T26 em 3,4x em dólar. O EBITDA ajustado de R$ 4,7 bilhões e o fluxo de caixa livre ajustado de R$ 3,3 bilhões demonstraram resiliência operacional, apesar dos custos pressionados por conflitos geopolíticos.

Pontos de atenção

  • A evolução da alavancagem financeira em dólar e em reais.
  • O impacto dos conflitos no Oriente Médio sobre os custos de insumos e energia.
  • A integração dos ativos da joint-venture com a Kimberly-Clark.
  • O desempenho dos volumes de vendas de celulose e papel.

Conteúdo de dados (cotação, dividendos e documentos), sem recomendação de investimento. Fontes: B3/Yahoo Finance e CVM.