A cotação do HGLG11 é atualizada em tempo real durante o pregão da B3, das 10h às 17h. O último fechamento registrado foi de R$ 151,83 em 09/06/2026. O preço oscila durante o dia conforme o fluxo de ordens — com R$ 13,5 milhões de volume médio diário, é o FII logístico mais negociado do país, o que garante spreads estreitos e facilidade de entrada e saída mesmo em posições grandes. A máxima histórica da cota foi de R$ 217,16 (janeiro de 2020, no auge do boom imobiliário pré-pandemia) e a mínima histórica registrada foi de R$ 102,12 (junho de 2016).
Para quem acompanha o P/VP: o valor patrimonial por cota é de R$ 170,62 (reavaliação Colliers de abril/2026), o que coloca o P/VP em 0,89 — desconto de 8,92% sobre o valor dos imóveis. Em outras palavras, a cota está sendo negociada abaixo do valor dos ativos físicos que o fundo possui.
O HGLG11 é o Pátria Log Fundo de Investimento Imobiliário, anteriormente conhecido como CSHG Logística FII sob gestão da Credit Suisse Hedging-Griffo. Foi constituído em junho de 2010 e iniciou negociações na B3 em março de 2011, sendo um dos pioneiros do segmento de FIIs logísticos no Brasil. Em julho de 2024, após 14 anos sob a CSHG, a gestão passou para a Pátria Investimentos e a administração para o Banco Genial S.A. — a maior transição de gestão da história dos FIIs brasileiros. Em fevereiro de 2025, o nome foi formalmente alterado para Pátria Log FII, mas o ticker HGLG11 foi preservado.
O fundo é classificado como Tijolo | Renda | Gestão Ativa pela ANBIMA e se enquadra no segmento de logística e industrial, investindo exclusivamente em galpões físicos — sem alavancagem por papel (CRI) no lado do ativo, mas com dívida no passivo via seis CRIs. É destinado a investidores em geral, com cota fracionável e negociação diária na B3 (código BVMF: HGLG11, CNPJ do fundo: 11.728.688/0001-47).
O portfólio do HGLG11 é composto por 37 galpões logísticos e industriais distribuídos em 7 estados brasileiros, totalizando 2,074 milhões de metros quadrados de ABL (Área Bruta Locável). A concentração geográfica está no Sudeste (90% do valor de portfólio), com imóveis em São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, além de presença no Nordeste (Pernambuco) e no Centro-Oeste (Goiás).
Em termos de qualidade construtiva, 40% dos ativos são classificados como AAA e 27% como AA — padrão de galpões modernos com pé-direito elevado, docas em número adequado, pátios de manobra dimensionados e sistemas de combate a incêndio certificados. Os ativos de padrão B e C somam cerca de 17% e são majoritariamente galpões industriais com localização estratégica, como o complexo de São José dos Campos e os galpões de Blumenau/SC.
Os principais imóveis por valor de portfólio são: DCB (Betim/MG, 90 mil m²) com 6,87% do PL, Vinhedo/SP (BTS Volkswagen, 132 mil m²) com 6,26% e DCC (Cajamar/SP, 103 mil m²) com 5,68%. Os complexos do Mercado Livre — Betim BTS Meli, Itupeva G200 e G300, e Cone MM2 em Pernambuco — somados representam aproximadamente 40% da receita do fundo em contratos atípicos com WALE de 6 a 8 anos.
O fundo tem 183 locatários, o que garante diversificação de inquilinos mesmo com a concentração de receita nos maiores. O índice HHI de concentração de imóveis é de 0,037 — considerado baixo — e o top-5 imóveis responde por apenas 28,8% do valor patrimonial.
A gestão do HGLG11 é feita pela Pátria Investimentos Ltda. (CNPJ 12.461.756/0001-17), a maior gestora independente de FIIs do Brasil com mais de R$ 38 bilhões em ativos imobiliários e mais de US$ 45 bilhões sob gestão global em estratégias alternativas. A Pátria é listada na Nasdaq (PAX) e opera em quatro continentes. A administração é realizada pelo Banco Genial S.A. (CNPJ 45.246.410/0001-55), que também atua como escriturador.
A taxa total é de 0,60% ao ano sobre o valor de mercado do fundo — uma das mais competitivas para um blue chip de tijolo de alta qualidade. Não há taxa de performance. Para efeito de comparação, fundos similares do segmento costumam cobrar entre 0,55% e 0,80% a.a. A alavancagem financeira do fundo é de 11,2% do PL, composta por seis CRIs com saldo devedor total de R$ 670 milhões, todos indexados ao IPCA com spreads entre 5,0% e 7,5% ao ano e prazos de até 2039.
O HGLG11 é o maior FII logístico do Brasil por patrimônio líquido: R$ 7,23 bilhões (posição de 30/04/2026), distribuídos em 43,4 milhões de cotas. O fundo conta com 565.330 cotistas, o que o coloca entre os fundos imobiliários com maior base de investidores do país. A ocupação física do portfólio é de 94,2% (vacância física de 5,8%), e o contrato médio tem prazo restante de 3,6 anos (WALE).
Desde o IPO em março de 2011, o HGLG11 acumula um retorno de +627% (14,3% ao ano), muito superior ao IFIX (+290%, 9,6% a.a.) e ao CDI (+302%, 9,9% a.a.) no mesmo período. A reavaliação dos ativos feita pela Colliers Brazil em novembro de 2025 apontou valorização média de +2,52% sobre o valor contábil de 2024, com destaque para o Betim BTS Meli (+10,7%) e o Goiânia (+5,1%).
Para informações sobre os dividendos mensais e o histórico de rendimentos, há uma seção dedicada nesta página. Para a análise detalhada sobre se o fundo vale a pena comprar agora e quais são os riscos, confira a seção de análise completa.
A cotação do HGLG11 é atualizada em tempo real durante o pregão da B3. O último fechamento registrado foi R$ 151,83 em 09/06/2026. Acompanhe o preço ao vivo nesta página durante o horário do pregão (10h–17h).
É um fundo de tijolo — investe diretamente em 37 galpões logísticos e industriais físicos, com 2,07 milhões de m² de ABL em 7 estados. Não é fundo de papel (CRI/CRA).
O P/VP atual é de 0,89 — desconto de 8,92% sobre o valor patrimonial de R$ 170,62 por cota (reavaliação de abril/2026). A cota negocia abaixo do valor dos imóveis que o fundo possui.
A gestão é feita pela Pátria Investimentos Ltda. (maior gestora independente de FIIs do Brasil, com R$ 38+ Bi em imóveis) e a administração pelo Banco Genial S.A. A gestão passou do Credit Suisse Hedging-Griffo para a Pátria em julho de 2024.
A taxa total (gestão + administração) é de 0,60% ao ano sobre o valor de mercado do fundo. Não há taxa de performance.
O HGLG11 possui 37 galpões logísticos e industriais distribuídos em 7 estados brasileiros, totalizando 2,07 milhões de m² de ABL e 183 locatários ativos.