Rico aos Poucos
Bancada de seleção

Os melhores FIIs são os que
passam nas suas regras

439 fundos lidos dos documentos oficiais na CVM.

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Como escolher FIIs — as dúvidas que trazem gente até aqui

Como escolher um bom FII?

Olhe três coisas antes do dividendo: se o que o fundo distribui cabe no que ele gera (payout até 100%), quanto a cota está em relação ao preço justo e ao patrimônio, e que risco vem junto — dívida, vacância, inadimplência, concentração. Nesta tela cada um desses é um critério: você marca o que exige e a lista encolhe. O que sobra são os fundos que passam nas SUAS regras, não numa lista pronta. Ver o método em cinco perguntas.

Quais FIIs mais pagam dividendos?

Ordene por DY e repare em duas colunas: o DY de 12 meses conta o passado, e o DY do ritmo atual anualiza o último pagamento — quando o segundo é muito maior que o primeiro, o fundo acabou de aumentar (ou fez uma distribuição extraordinária que não se repete). Filtre também o payout: quem paga acima de 100% está distribuindo mais do que gera, tirando de reserva ou de venda de ativo. Ver os fundos que passam nesse critério.

Como saber se um FII está barato?

P/VP abaixo de 1 diz que a cota vale menos que o patrimônio, mas sozinho não diz se é barato — diz que o mercado desconfia. Cruze com o preço justo calculado na análise (fluxo de 60 meses descontado) e com a posição contra os pares da mesma classe. Barato é estar abaixo dos três ao mesmo tempo, sem veredicto de venda em cima. Ver os fundos que passam nesse critério.

Quais FIIs comprar agora?

Não existe resposta única — existe resposta para o seu objetivo. Quem vive de renda precisa de dividendo sustentável e liquidez; quem quer valorização precisa de desconto real contra o preço justo. Use as combinações prontas no topo da tela como ponto de partida e ajuste os critérios: cada opção mostra quantos fundos sobram antes de você clicar. Ver os fundos que passam nesse critério.

FII de tijolo ou de papel?

Tijolo é imóvel alugado: a receita vem de contrato e a cota acompanha o valor do imóvel. Papel é crédito imobiliário (CRI): a receita vem de juros, geralmente indexados a IPCA ou CDI, e o risco é de calote, não de vacância. Em ciclo de juros alto o papel tende a pagar mais; em queda de juros o tijolo tende a valorizar. Dá para filtrar por classe e ver a diferença nos números. Ver os FIIs de tijolo ou os FIIs de papel.

Quantos FIIs ter na carteira?

O número importa menos que a sobreposição: dez fundos de laje corporativa em São Paulo não diversificam nada. Misture classes (tijolo, papel, fundo de fundos), indexadores (IPCA, CDI) e regiões, e prefira fundos com liquidez suficiente para você sair sem derrubar o preço — o critério de dias para vender R$ 10 mil mostra isso. Ver os fundos que passam nesse critério.