FII de galpões logísticos em São Paulo e região
Como escolher FIIs sem depender de lista pronta
Escolher fundo não é achar o que paga mais: é decidir quais regras você exige e ver quem passa. As perguntas abaixo são a ordem que usamos para analisar os 439 fundos — cada uma vira um critério na régua ao lado.
Comece por uma pergunta pronta
ou monte a sua na régua abaixoFII de crédito imobiliário atrelado à inflação
FII de shoppings diversificado pelo Brasil
FII de crédito imobiliário pós-fixado — gestão Kinea/Itaú
FII de tijolo multicategoria — contratos atípicos
FII de galpões logísticos e industriais em 12 estados
Fiagro de crédito do agronegócio de baixo risco
FII de empréstimos imobiliários de risco alto — gestão Kinea
Fundo de fundos (FoF) em transição para multiestratégia
FII híbrido de crédito imobiliário e cotas de outros FIIs
FII de shoppings com gestão ativa e 19 anos de histórico
FII de crédito imobiliário corrigido pela inflação
Fundo de fundos imobiliários com gestão ativa
FII de galpões logísticos de alto padrão
FII de papel multicategoria — CRIs de setores variados
FII de crédito imobiliário multiestratégia e pulverizado
FII de crédito imobiliário de gestão ativa
Fundo de crédito em infraestrutura com renda isenta de IR
FII de imóveis alugados de volta (sale-leaseback)
FII de papel CDI puro com lastro residencial
Fiagro de CRAs do agronegócio com gestão Sparta
FII de crédito imobiliário pulverizado focado em Sul
Multiestratégia com CRIs, galpão no RJ e cotas de FIIs
FII de crédito imobiliário diversificado, indexado ao IPCA
Depois de escolher
índice de filtros medido em —Como escolher — perguntas frequentes
1. O dividendo cabe no que o fundo gera?
Esta é a primeira pergunta porque é a que mais engana. Compare o payout: se o fundo distribui mais de 100% do que gerou nos 12 meses, a diferença saiu de reserva, de venda de ativo ou de receita não recorrente — e isso tem prazo para acabar. Um fundo com yield menor e payout de 85% costuma ser mais confiável que um com yield alto e payout de 120%.
2. A cota está cara ou barata — contra o quê?
Contra três referências, não uma: o valor patrimonial (P/VP), o preço justo calculado pelo fluxo projetado, e a mediana dos pares da mesma classe. Estar abaixo de um só pode ser coincidência; abaixo dos três é desconto de verdade.
3. Que risco vem junto?
Dívida sobre patrimônio e LTV para saber se o fundo está alavancado; vacância para tijolo; inadimplência para papel; concentração para saber se a receita depende de um locatário ou de um devedor. Risco não é ruim — risco não medido é.
4. Dá para sair quando eu precisar?
Liquidez é o critério que ninguém olha até precisar. Volume médio diário e o número de dias para vender R$ 10 mil sem derrubar o preço dizem se o fundo cabe no seu tamanho. Fundo excelente e ilíquido vira prisão.
5. Quem administra já entregou antes?
O track record medido compara o retorno patrimonial do fundo com o IFIX na janela inteira de vida dele — mede decisão contra resultado, não intenção. Gestora que destruiu valor em ciclo bom merece desconfiança.