Termômetro do mercado
Quanto mais gente repete que algo vai piorar, mais o humor se forma. Aqui medimos esse humor todo dia, a partir do que se publica na imprensa, nos canais de YouTube e na comunidade de investidores sobre o Brasil, o mundo, as classes de ativo e os segmentos de fundos imobiliários — do muito pessimista ao muito otimista.
Carregando o termômetro…
Como medimos
De onde vem
Portais de notícia, canais de YouTube grandes e médios e a comunidade de investidores no Reddit. Lemos o conteúdo inteiro — texto ou transcrição do vídeo —, não só o título: é comum o título provocar e a fala dizer outra coisa.
Como lemos
Uma inteligência artificial lê cada conteúdo e anota, para cada assunto citado, o tom (de muito pessimista a muito otimista), a direção esperada e o trecho que sustenta a leitura. O trecho é conferido contra o texto original: anotação sem trecho que exista no conteúdo é descartada. Um mesmo vídeo pode estar pessimista com o Brasil e otimista com o dólar — cada posição conta no seu termômetro.
Como vira termômetro
- Cada grupo de autores — imprensa, YouTube e comunidade — tem a sua leitura, e o preço dos ativos tem outra. Elas não são somadas: a diferença entre o que se fala e o que o preço mostra é justamente o que interessa.
- Conteúdo recente pesa mais que o antigo, e o tom habitual de cada fonte é descontado (o canal que sempre fala mal não puxa o termômetro sozinho).
- Com poucos conteúdos, a leitura aparece com o selo amostra baixa e se apoia no nível acima (herdado). Sem nenhum conteúdo em 30 dias, aparece sem leitura — nunca como neutra.
- Enquanto não houver 12 meses de histórico, a leitura leva o selo série curta.
A escala vai de 0 a 100: