Carteira Exposição: a carteira recomendada do Rico aos Poucos
A Carteira Exposição é a nossa carteira recomendada, montada por classe de ativo: quanto vai para caixa (CDI), dólar, FIIs, Ibovespa, renda fixa e outras. É teórica e não indica ativos específicos: “Ibovespa” é o índice e “FIIs”, o IFIX. Mostramos onde investir, não o que comprar.
Quem decide esta carteira é uma pessoa: o fundador do Rico aos Poucos acompanha o cenário e ajusta o peso de cada classe. Não é uma conta automática — e cada mudança fica registrada, com data e motivo.
Histórico à prova de manipulaçãoCada mudança é gravada num registro público, encadeado por hash e carimbado no Bitcoin. Ninguém — nem nós — altera o passado. Criado em 26/10/2026; o que veio antes está marcado como reconstituído.Conferir o registro →Opiniões do canal, não são recomendações de investimento. Visão de médio prazo (1-2 anos) sujeita a mudanças.
Exposição Recomendada
Desempenho da Carteira
Se você seguisse a carteira desde jan/2026, com cada rebalanceamentoHistórico de Mudanças
🔒 Cada mudança abaixo fica gravada num registro público e inalterável, carimbado no Bitcoin — confira você mesmo.
Venda do Tesouro IPCA+: sai de 5% para 0% e o caixa sobe para 35%
Ajuste pontual, sem mexer no resto da carteira. Tesouro IPCA+ cai de 5% para 0% e vai a Pessimista: a posição era o Renda+ 2065, o título mais longo e o que mais sofre marcação a mercado. A taxa abriu o pregão de 26/10 perto de IPCA+ 7,4% e fechou perto de 6,75%, abaixo do que o risco fiscal e o longo prazo justificam, e não vemos boa perspectiva nem no curto nem no longo prazo. Caixa sobe de 30% para 35%, com os 5 pontos da venda. Valendo desde 26/10: a venda é contada no fechamento daquele dia, a IPCA+ 6,75%. Isso muda o que dissemos no artigo anterior, em que não faríamos ajuste.
Realização de lucros: caixa sobe para 30% e TLT para 15%
Rebalanceamento defensivo, sem mudança de tese de fundo. FIIs caem de 20% para 10% e voltam a Neutro: os fundos deram uma bela alta de preço e deixaram de ser pechincha — não estão caros, mas voltaram para perto do patamar de antes, e já não se justifica tanto patrimônio na classe. IBOV cai de 10% para 5%: subiu demais e já não está barato, então realizamos parte do ganho. Imóveis de leilão caem de 20% para 10%: a tese não piorou, mas ficou mais difícil comprar bem — o pessoal arremata por valor mais alto e a segunda praça não vem tão barata. Quem faz leilão hoje tende a ganhar 10% a 20% em um ano, contra 30% a 60% antes, e com a burocracia isso quase empata com o CDI de cerca de 13% ao ano. Segue uma excelente oportunidade quando aparece, mas aparece menos. Caixa sobe de 10% para 30%: recebe os 10 pontos dos FIIs e os 10 dos imóveis, e ganha força com a eleição de 25/10, cujo rumo ainda é incerto. TLT sobe de 10% para 15% e vira Otimista: os juros americanos estão nos níveis mais altos da história recente, ainda dá para surfar a valorização do Treasury longo e, de quebra, aumenta a exposição ao dólar, que segue barato (vale tanto o TLT direto quanto o BTLT39). Dólar fica em 25%: seguimos otimistas, só que menos que antes; só faria sentido reduzir perto de R$ 5,40, e apenas para entrar em algo com perspectiva melhor.
FIIs sobem para Otimista (20%) e o caixa cai para 10%
A virada da mão que começou em 14/08 se completa: FIIs saem de Neutro para Otimista e vão de 15% para 20%, e o dinheiro sai do caixa, que cai de 15% para 10%. A tese é de preço, não de momento econômico — o momento do Brasil é ruim, é ano de eleição e de incerteza, mas 68% dos fundos imobiliários negociam abaixo de 0,90 do valor patrimonial (mediana de P/VP 0,83) e o rendimento mediano da classe está em 12,6% ao ano. Nas nossas próprias contas, 202 dos 231 fundos com preço justo calculado (87%) estão abaixo dele. Quem compra desconto grande em ativo que paga aluguel todo mês não precisa acertar a eleição: precisa que o mercado volte a olhar a classe depois dela. O caixa continua bom em si — a Selic a 14% paga muito bem —, mas segurar caixa enquanto a cota está barata virou custo de oportunidade. Leia o artigo completo com a tese de cada classe.
Ajuste fino: FIIs sobem, imóveis viram neutro e o IBOV sai do pessimismo
Rebalanceamento sem virada de tese, só calibragem. FIIs vão de 10% para 15%: as cotas seguem descontadas com DI alto e já começamos a virar a mão — o sentimento continua neutro, mas com viés de otimismo e fundos específicos bem acima da média da classe. Imóveis caem de 25% para 20% e saem de Otimista para Neutro, e aqui vale a distinção que faltava: comprar em leilão continua muito atrativo — entra abaixo do mercado, vende no preço —, mas a valorização do imóvel em si não anima no curto e médio prazo. São duas coisas diferentes dentro da mesma classe. IBOV sai de Pessimista para Neutro: o juro alto ainda pressiona múltiplos, mas o prêmio já embute boa parte disso e há ações isoladas com tese muito boa dentro do índice. Ouro vai de Neutro para Pessimista — depois da corrida recente, o risco de entrada ficou assimétrico contra. Peso segue em 0%. O artigo de 21/08 explica esta calibragem e a seguinte.
Rebalanceamento macro: FIIs rebaixado para Neutro, mais proteção dolarizada e real
Com o cenário macro do Brasil se deteriorando (dívida/PIB crescente, juros longos pressionados e sem horizonte de virada sem troca de governo), reduzimos o risco-Brasil que depende de gestor e reforçamos o que protege patrimônio diretamente. FIIs caem de Otimista para Neutro (20% → 10%): continuam pagando renda, mas ativos que dependem do país destravar valor tendem a lateralizar para baixo nesse ambiente. Em troca, Dólar sobe para 25% (moeda forte, ~R$ 5 ante os R$ 6,20 do topo, tira risco-Brasil), Imóveis de leilão sobem para 25% (ativo físico, sem gestor, aluguel em alta, desconto na compra) e Tesouro IPCA+ cai para 5% (taxa atrativa, mas se a deterioração continuar as taxas sobem mais e o título perde valor a mercado). Caixa (CDI) segue em 15% como pólvora seca rendendo 14,5% para aproveitar quedas. Leia o artigo completo com a tese de cada setor.
Ajuste: Dólar para Otimista, IBOV para Pessimista
Dólar a R$ 5,18 - ponto de entrada. IBOV com preços esticados após alta de 34%. Redução de 15% para 10% em IBOV, aumento para 20% em Dólar.
Rebalanceamento: Ouro como Termômetro
FIIs 20%, Dólar 15%, Imóveis 15%, IBOV 15%, Caixa 15%, TLT 10%, IPCA+ 10%. FIIs passa para Otimista.
Imóveis muda para Otimista
Leilões cresceram 86% em 2024. Oportunidade única com descontos de até 60%. Leia o artigo completo.
Novo Rebalanceamento + Imóveis
Dólar 25%, Caixa 20%, TLT 15%, Imóveis 15%, FIIs 10%, IPCA+ 10%, IBOV 5%.
Rebalanceamento da Carteira
Caixa 25%, Dólar 25%, TLT 20%, FIIs 15%, IPCA+ 10%, IBOV 5%.
Bitcoin muda para Pessimista
Fim de ciclo, risco Strategy, exposição zerada.
Ouro muda para Neutro
Preços esticados, aguardando correção para entrada.
TLT muda para Otimista
Preços historicamente baixos, risco limitado, ativo de proteção.
IPCA+ muda para Neutro
Taxas altas mas risco fiscal real. Marcação a mercado pode ser negativa.
Lançamento do App
Primeira versão das expectativas do canal.
Também temos carteiras de FIIs e de ações
A Carteira Exposição diz quanto ter em cada classe, e quem decide é o fundador do site. As carteiras de FIIs e de ações dizem quais ativos — e funcionam de outro jeito: ninguém escolhe os papéis à mão. Elas são montadas automaticamente a partir da análise que a IA do Rico aos Poucos faz de cada FII e de cada ação acompanhados no site.