A cotação do TRXF11 é atualizada em tempo real durante o pregão da B3, das 10h às 17h30 nos dias úteis. O último fechamento registrado foi de R$ 91,37 (referência de 9 de junho de 2026). O preço exibido nesta página é sincronizado automaticamente com o mercado — sempre que você acessar, verá o valor mais recente disponível.
Com o VP/cota (valor patrimonial por cota) em R$ 99,98, o fundo negocia a um P/VP de 0,91 — ou seja, a cota de mercado está com desconto de cerca de 9% em relação ao valor contábil dos ativos do portfólio. A máxima histórica do TRXF11 foi de R$ 117,20 (em fevereiro de 2020, antes da pandemia), e a mínima histórica foi de R$ 88,01 (março de 2020, no pico do pânico do coronavírus).
O volume médio diário negociado é de R$ 22,9 milhões, colocando o TRXF11 entre os cinco FIIs mais líquidos de toda a B3. Isso significa que qualquer investidor — do pessoa física com R$ 10 mil ao institucional com R$ 10 milhões — consegue comprar ou vender sem mover significativamente o preço. Para mais detalhes sobre se vale a pena comprar a esse preço, consulte a análise completa do TRXF11.
O TRXF11, cujo nome completo é TRX Real Estate FII, é um fundo de investimento imobiliário do tipo tijolo — renda urbana multicategoria. Isso significa que o fundo compra imóveis físicos e os aluga para grandes empresas, distribuindo os aluguéis recebidos como rendimento mensal aos cotistas.
O TRXF11 tem IPO em outubro de 2019, quando estreou na B3 a R$ 100 por cota. Em março de 2026, concluiu a 12ª emissão de cotas, incorporando os ativos do TRXB11 e elevando o patrimônio para R$ 6,24 bilhões e o número de cotas para 62,43 milhões. Hoje conta com 270.233 cotistas, uma das maiores bases de investidores de qualquer FII listado no Brasil.
O segmento de atuação é varejo, atacado, logística, educação, saúde, agências bancárias e shoppings. A estratégia central é o chamado BTS (built-to-suit) e SLB (sale-and-leaseback): a TRX constrói ou compra um imóvel sob medida para um grande locatário, que assina um contrato de aluguel longo e atípico — com multas pesadas que desincentivam a saída antecipada. Esse modelo é o que garante o WAULT de 12 anos e a vacância virtualmente nula do portfólio.
O portfólio do TRXF11 em março de 2026 somava 122 imóveis distribuídos por 17 estados, com ABL (área bruta locável) total de 1.327.660 m² e 382 locatários. A diversificação é multidimensional: por imóvel, por estado, por segmento de atividade e por locatário.
O atacado domina a receita: Atacadão, Assaí e Grupo Mateus respondem por 32,16% juntos. O varejo alimentar (Pão de Açúcar, Extra, Sam's Club) soma outros 24,42%. O segmento logístico (galpões Mercado Livre, Shopee, entre outros) representa 16,56%. Educação (Cogna/Anhanguera, Ânima, Cruzeiro do Sul) soma 9,7%. Casa e Construção (Leroy Merlin, Decathlon, Obramax) soma 5,79%. Shoppings (ViaBrasil BH e São Luís MA) e saúde/hospitais (Albert Einstein, Sírio-Libanês) e agências bancárias (Caixa Econômica Federal) completam o portfólio.
O Sudeste concentra a maior fatia: 51,81% da receita, com ativos em SP, RJ, MG e ES. O Nordeste responde por 22,98%, seguido de Sul (8,69%), Centro-Oeste (5,6%) e Norte (5,15%). Nenhum estado ou cidade concentra o portfólio a ponto de criar risco regional significativo.
Dos contratos do portfólio, 77,91% são indexados ao IPCA, 6,52% ao IGP-M, 6,16% à média IGP-M/IPC, 5,06% ao INPC e 4,35% ao IGP-DI. A dominância do IPCA garante que a receita do fundo — e, portanto, os dividendos — cresçam junto com a inflação oficial brasileira.
O fundo é gerido pela TRX Gestora de Recursos Ltda., especializada em contratos atípicos longos de renda urbana (BTS e SLB). A TRX tem mais de R$ 10 bilhões sob gestão, mais de 150 imóveis ativos e histórico de desenvolvimento de mais de 2,5 milhões de m² de ABL. O administrador fiduciário é a BRL Trust DTVM, e desde agosto de 2025 a Apex Group passou a ser administradora fiduciária — sem mudança operacional para o cotista.
Em março de 2026, a TRX contratou Paulo Tilkin — com 11 anos de experiência na Iguatemi — para tocar especificamente a tese de Shopping Centers dentro do portfólio do TRXF11, sinalizando especialização crescente da equipe.
A estrutura de taxas é considerada competitiva para o tamanho e a qualidade do fundo. O benchmark de performance (IPCA+6%) é razoável — exige que o gestor supere a inflação com folga antes de cobrar a taxa adicional.
O TRXF11 tem saldo devedor de R$ 2,04 bilhões em CRIs, com alavancagem líquida (LTV) de 9,11% e alavancagem total (securitizações/imóveis) de 23,28%. O prazo médio da dívida é de 9,33 anos, casado com os vencimentos dos contratos de locação. A liquidez corrente de 15,80x é confortável — o fundo tem caixa para cobrir 12 meses de despesas financeiras sem pressão.
O TRXF11 é um FII de tijolo — seus ativos são imóveis físicos (lojas, galpões, hospitais, agências), não títulos financeiros. Isso o diferencia fundamentalmente dos FIIs de papel (CRIs, LCIs), cujo rendimento oscila com a taxa de juros de forma direta e imediata. No TRXF11, a renda vem dos aluguéis pagos pelos inquilinos, que são corrigidos pelo IPCA e têm prazo contratual de até 30 anos.
Quanto ao P/VP: com VP/cota de R$ 99,98 e cota de mercado em torno de R$ 91,37, o P/VP de 0,91 representa um desconto de 9% sobre o valor patrimonial. Na mediana dos pares de renda urbana, o P/VP estava em 0,97 em abril de 2026. O TRXF11 está abaixo da mediana — o que, em tese, significa que o mercado ainda não reconheceu plenamente a qualidade do portfólio, ou que o risco percebido do PCAR3 (7,8% da receita em recuperação extrajudicial) mantém o desconto.
É importante comparar: entre os pares, o BLMG11 estava com P/VP de 0,69 e o GARE11 com 0,80 — ambos com desconto maior, mas também com portfólios distintos e riscos diferentes. O TRXF11, pelo seu tamanho, diversificação e liquidez, dificilmente negocia com desconto muito acima de 10% por períodos prolongados.
Para uma análise detalhada sobre se o fundo vale a pena comprar ao preço atual, consulte a seção de análise completa. Para acompanhar os dividendos mensais e o histórico de rendimentos, acesse a seção de dividendos do TRXF11.
A cotação do TRXF11 é atualizada em tempo real durante o pregão da B3. O último fechamento registrado foi de R$ 91,37 (9 de junho de 2026). O preço exibido na página do TRXF11 no Rico aos Poucos reflete o valor mais recente disponível.
O TRXF11 é um FII de tijolo — investe em imóveis físicos (lojas, galpões, hospitais, agências bancárias). O rendimento vem dos aluguéis pagos pelos 382 locatários, corrigidos principalmente pelo IPCA. Não é um fundo de CRIs ou títulos financeiros.
O TRXF11 tem 122 imóveis distribuídos por 17 estados brasileiros, com ABL total de 1.327.660 m² e 382 locatários. Os segmentos incluem varejo alimentar, atacado, logística, educação, saúde, shoppings e agências bancárias.
O TRXF11 é gerido pela TRX Gestora de Recursos Ltda., especializada em contratos atípicos longos (BTS e SLB). A TRX tem mais de R$ 10 bilhões sob gestão e mais de 150 imóveis ativos. O administrador fiduciário é a BRL Trust DTVM.
Com P/VP de 0,91, o TRXF11 está 9% abaixo do valor patrimonial (VP/cota de R$ 99,98). Na mediana dos pares de renda urbana, o P/VP estava em 0,97, então o TRXF11 está ligeiramente abaixo da mediana — o que indica um desconto modesto para um portfólio de qualidade.
O TRXF11 distribui R$ 0,93/cota todo mês, com DY mensal de cerca de 1,01% sobre o preço atual de R$ 91,37. Além disso, o fundo tem padrão de distribuições extraordinárias semestrais (junho e dezembro) que elevam o rendimento total acumulado nos 12 meses.