A cotação do KFOF11 é atualizada em tempo real durante o pregão da B3, a cada 60 segundos nesta página. O último fechamento registrado foi R$ 78,35 em 09/06/2026. A cota patrimonial (VP/cota), calculada mensalmente pela administradora Intrag DTVM, era de R$ 93,25 em março de 2026 — o que resulta em um P/VP de 0,84, indicando que o fundo está sendo negociado com desconto de 16% sobre o valor real dos seus ativos.
Nos últimos 52 semanas, o KFOF11 oscilou entre a mínima de R$ 71,00 (janeiro de 2025) e a máxima de R$ 86,20 (agosto de 2025). A cota patrimonial, por outro lado, tem trajetória mais estável: cresceu +51,3% desde o IPO em outubro de 2018, reflexo da valorização dos ativos imobiliários que compõem a carteira e dos ganhos de capital realizados ao longo dos anos.
O volume médio diário de negociação em março de 2026 foi de R$ 1,69 milhão — liquidez boa para saídas de até R$ 500 mil em menos de um dia útil, sem impacto relevante no preço. Para posições muito grandes (acima de R$ 5 milhões), o prazo estimado é de 3 a 5 dias úteis.
O KFOF11 — Kinea FOF FII é um fundo de fundos imobiliários (FoF): em vez de comprar imóveis físicos ou emitir CRIs diretamente, ele investe o dinheiro dos cotistas em cotas de outros FIIs listados na B3. É uma forma de acessar o mercado imobiliário com diversificação automática — numa única compra, o investidor ganha exposição indireta a galpões logísticos, shoppings, lajes corporativas, papéis de crédito imobiliário e outros segmentos.
O fundo foi criado em setembro de 2018, tem CNPJ 30.091.444/0001-40 e é gerido pela Kinea Investimentos, empresa independente do Grupo Itaú Unibanco fundada em 2007. A administração é feita pela Intrag DTVM Ltda., também do grupo Itaú. Essa estrutura — gestão e administração sob o mesmo guarda-chuva do maior banco privado do Brasil — é um fator de solidez institucional que poucos FoFs no mercado possuem.
O segmento formal é Fundo de Fundos / Multicategoria. Ao contrário de FIIs puros de papel (que só investem em CRI) ou de tijolo (que só investem em imóveis físicos), o KFOF11 pode mover a alocação entre segmentos conforme o ciclo econômico — papel quando os juros estão altos, tijolo quando a vacância cai e o cap rate melhora.
Em março de 2026, a carteira do KFOF11 era composta por 33 ativos distribuídos da seguinte forma: 76,2% em cotas de 32 FIIs listados na B3; 19,2% em caixa, LCI e Títulos Públicos (postura defensiva da gestão enquanto aguarda oportunidades); 4,6% em um CRI da Even S.A. (crédito imobiliário lastreado em estoque residencial de São Paulo, CDI+2,55%, com vencimento em nov/2028 e LTV de 66%); e 3,1% em LCI.
Dentro da carteira de FIIs investidos, a diversificação por segmento é ampla:
As cinco maiores posições individuais são LVBI11 (8,9% da carteira de FIIs), HSML11 (8,4%), VISC11 (5,9%), CPTS11 (4,4%) e VGIR11 (4,3%) — todos fundos reconhecidos e líquidos do IFIX. O índice de concentração HHI é de apenas 0,043, classificado como diversificação muito alta.
Com patrimônio líquido de R$ 654,1 milhões em março de 2026 e 7,01 milhões de cotas em circulação, o KFOF11 é um dos maiores FoFs do mercado brasileiro. Para efeito de comparação, o concorrente BCFF11 tem patrimônio de R$ 2,4 bilhões — mas o KFOF11 possui uma das liquidez mais altas do segmento entre fundos menores, com R$ 1,69 Mi/dia em volume.
O fundo conta com 27.788 cotistas (base de março de 2026), resultado de um crescimento acelerado nos últimos dois anos: na 4ª emissão de março de 2024, quando captou mais de R$ 200 milhões, a base saltou de 19 mil para mais de 27 mil cotistas em menos de 12 meses. Esse é um indicador saudável de distribuição e menor risco de saída concentrada por um único grande investidor.
A cota patrimonial de R$ 93,25 representa o valor real dos ativos líquidos por cota no encerramento de março de 2026. Esse número muda mensalmente conforme a marcação a mercado dos FIIs investidos, a renda gerada pelo CRI e pela posição de caixa, e o valor dos eventos de capital (emissões, amortizações). Desde o IPO, a cota patrimonial acumulou valorização de +51,3% — reflexo do trabalho de gestão ativa ao longo de 92 meses.
A Kinea Investimentos é a gestora do KFOF11 — uma das três maiores independentes de FIIs no Brasil, ao lado de BTG e CSHG. Com origem dentro do Grupo Itaú Unibanco em 2007 e mais de R$ 100 bilhões em ativos sob gestão total, a Kinea tem 8+ FIIs listados: KNRI11 (tijolo diversificado), KNCR11 (CRI CDI), KNIP11 (CRI IPCA), KNHY11 (CRI High Yield), KNSC11 (Crédito Sênior), KNHF11 (Hedge Fund) e o próprio KFOF11. A auditoria independente é feita pela PricewaterhouseCoopers (PwC).
A estrutura de taxas do KFOF11 é composta por:
Comparada ao segmento FoF, a taxa de 0,92% está na mediana: BCFF11 cobra 0,80%, HGFF11 cobra 1,00%, BPFF11 cobra 1,00% e RBFF11 cobra 0,95%. O ponto de atenção é que o cotista também arca com as taxas dos FIIs investidos na carteira — o custo total efetivo fica entre 1,8 e 2,1% ao ano.
Quer saber se o KFOF11 vale a pena dado esse custo? A seção de análise completa responde essa pergunta. Para entender os dividendos históricos e o DY atual, acesse a seção de rendimentos.
A cotação do KFOF11 é atualizada ao vivo nesta página durante o pregão da B3. O último fechamento registrado foi R$ 78,35 em 09/06/2026. O preço muda a cada pregão — o valor mais atualizado aparece no topo desta página.
O KFOF11 é um fundo de fundos imobiliários (FoF) multicategoria, gerido pela Kinea Investimentos (Grupo Itaú). Ele investe em cotas de outros FIIs listados na B3 — shoppings, logística, escritórios, papel (CRI) e multiestratégia — e em CRI diretamente. Não tem imóveis físicos próprios.
O P/VP do KFOF11 é de 0,84 com base na cotação de R$ 78,35 e VP/cota de R$ 93,25 (março de 2026) — 16% de desconto sobre o valor patrimonial. A mediana do segmento FoF é 0,88, então o KFOF11 está ligeiramente mais descontado que os pares.
O PL do KFOF11 era de R$ 654,1 milhões em março de 2026, com 7,01 milhões de cotas em circulação e VP/cota de R$ 93,25. O fundo tem 27.788 cotistas.
A taxa de administração + gestão do KFOF11 é de 0,92% ao ano. Há também taxa de performance de 20% sobre o que exceder o IFIX. Contudo, o custo total efetivo (incluindo as taxas dos FIIs investidos) fica entre 1,8 e 2,1% ao ano.
A gestora é a Kinea Investimentos, empresa do Grupo Itaú Unibanco com mais de R$ 100 bilhões sob gestão e 8+ FIIs listados. A administradora é a Intrag DTVM Ltda., também do Itaú. A auditoria é feita pela PwC.