A cotação do MCCI11 é atualizada em tempo real durante o pregão da B3. Em 30 de junho de 2026, a cota fechou a R$ 94,66 — praticamente no valor patrimonial de R$ 94,84/cota, resultando em um P/VP de 0,99x (desconto de menos de 1%).
O volume médio diário do MCCI11 gira em torno de R$ 4,6 milhões por dia (total de R$ 91,7 milhões em maio/2026), o que garante liquidez confortável para a maioria dos perfis — tanto para entrar quanto para sair da posição sem impacto relevante no preço.
Em relação ao início de 2026, a cota saiu de cerca de R$ 93 (jan/26) para R$ 96 em seu pico (mar/26) e recuou moderadamente para R$ 94,66 ao final de junho. A oscilação é típica de FIIs de papel — o VP flutua conforme as taxas das NTN-Bs mudam, e a cota de mercado costuma acompanhar com alguma defasagem.
O MCCI11 é o FII Mauá Capital Recebíveis Imobiliários, um fundo de papel especializado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados ao IPCA+. Ao contrário dos fundos de tijolo (que possuem imóveis físicos), o MCCI11 empresta dinheiro a projetos e empresas do setor imobiliário por meio de CRIs, e recebe de volta os juros mensais — que são distribuídos aos cotistas como dividendos.
O fundo opera no segmento de Papel — CRI IPCA+ pulverizado, com carteira diversificada em 27 CRIs ativos distribuídos por 8 estados brasileiros e 27 devedores diferentes. Adicionalmente, o fundo investe em cotas de 20 outros FIIs de CRI, criando uma camada extra de diversificação.
Fundos de tijolo como o LVBI11 possuem imóveis físicos e distribuem renda de aluguel. O MCCI11 não possui imóveis — possui créditos imobiliários. Seu resultado vem de juros (IPCA+) pagos pelos tomadores dos CRIs. A vantagem é o rendimento potencialmente mais alto e a liquidez das cotas; a desvantagem é a exposição ao risco de crédito (inadimplência do devedor) e à marcação a mercado das taxas de juros.
A carteira do MCCI11 é composta por 27 CRIs com as seguintes características principais:
Além dos CRIs diretos, o MCCI11 aloca aproximadamente 12% do PL em cotas de 20 outros FIIs de CRI (como CPTS11, MCRE11, FLCR11, MANA11), estratégia que amplifica a pulverização e permite acesso a CRIs de segmentos que o fundo não acessaria diretamente.
O fundo tem patrimônio líquido de R$ 1,62 bilhão, com 16,9 milhões de cotas e 124.940 cotistas. A base de cotistas cresceu quase 9% no último ano (de ~111 mil em out/2025 para quase 125 mil em jun/2026), sinal de interesse crescente no fundo.
O MCCI11 é gerido pela Mauá Capital Real Estate, resultado de uma joint venture entre a Mauá Capital e a JiveMauá — dois dos nomes mais respeitados da gestão de ativos imobiliários no Brasil. O fundo foi criado em 2019 e desde então opera sob a mesma filosofia: carteira conservadora, LTV médio controlado, fundo de reserva em todos os CRIs e comunicação transparente com cotistas.
A estrutura de taxas do MCCI11 tem três componentes:
A taxa total base (gestão + admin) de 0,95% ao ano é competitiva para o segmento. O ponto de atenção é a performance fee: em 2026, com Selic alta, é esperado que o gestor acione a taxa em determinados meses, o que reduz marginalmente o dividendo líquido disponível para distribuição. Para dividendos e análise detalhada de se vale a pena investir, consulte as seções específicas neste site.
A cotação do MCCI11 é atualizada em tempo real durante o pregão da B3. Em 30/06/2026, fechou a R$ 94,66. O preço ao vivo está disponível na página principal do MCCI11 aqui no Rico aos Poucos.
O MCCI11 é o FII Mauá Capital Recebíveis Imobiliários, um fundo de papel que investe em CRIs indexados ao IPCA+. Com R$ 1,62 bi de PL, 27 CRIs e 100% de adimplência desde 2019, é um dos FIIs de papel mais consolidados do Brasil.
A carteira tem 27 CRIs (98% IPCA+, 2% CDI+) em 8 estados, com taxa de carrego IPCA+9,0%, LTV médio de 61% e duration de 4,2 anos. Adicionalmente, 12% do PL está em cotas de 20 FIIs de CRI para diversificação extra.
O MCCI11 é um FII de papel (recebíveis). Não possui imóveis físicos — investe em CRIs que financiam projetos e empresas do setor imobiliário. A renda vem dos juros IPCA+ pagos pelos devedores, não de aluguéis.
O MCCI11 é gerido pela Mauá Capital Real Estate (joint venture JiveMauá). A taxa de gestão é de 0,80% ao ano, administração 0,15% (BTG Pactual) e performance de 20% sobre o que exceder 100% do CDI.
Oscilações de cota em FIIs de papel são normais e refletem principalmente as variações nas taxas das NTN-Bs. A cota do MCCI11 saiu de ~R$ 93 em jan/2026 para ~R$ 96 em mar/2026 e recuou para R$ 94,66 em jun/2026 — movimento típico de marcação a mercado, não deterioração dos fundamentos.