Recomendação: VENDA · Nota 1,5/10
ALERTA CRÍTICO: este fundo tem patrimônio líquido NEGATIVO (-R$ 26,33 Mi), não paga dividendos há pelo menos 12 meses e negocia menos de R$ 1.000 por dia — é praticamente impossível sair da posição sem mover o preço.
O PABY11 foi criado em 1995 para desenvolver o Empreendimento Panamby, projeto de alto padrão em Santo Amaro/Morumbi, São Paulo. Depois de mais de 30 anos, o projeto está em fase residual ou encerrado: o fundo não tem imóveis geradores de renda, não distribui rendimentos e acumula mais dívidas do que ativos. A administradora é a Plural S.A. Banco Múltiplo.
O valor patrimonial por cota é NEGATIVO: -R$ 34,71. Isso significa que, se o fundo fosse liquidado hoje, cada cota não valeria nada — pelo contrário, os passivos superam os ativos em R$ 26 milhões. A cota a R$ 24,75 é sustentada exclusivamente por expectativa especulativa, não por fundamento.
A variação de +124% em 12 meses (de R$ 9,43 a R$ 43,00 no pico) reflete comportamento especulativo num fundo ilíquido, não melhora real. O caixa disponível é de R$ 570 mil frente a R$ 20.000/mês de taxa de administração fixa — sem nova receita, esgota em cerca de 28 meses.
Serve apenas para especuladores altamente experientes que conhecem o risco de perda total e operam com posições mínimas. Não serve absolutamente para investidores de renda, conservadores, moderados ou qualquer pessoa que dependa do dinheiro. Veredicto: EVITE.
Nossa leitura do PABY11 hoje é VENDA, com nota 1,5/10. Essa nota não é do gestor nem do administrador: é a avaliação editorial do Rico aos Poucos, feita a partir dos documentos que o fundo publica na CVM. Abaixo está o que sustenta essa posição — e o que a contraria.
28º de 30. Panamby tem PL NEGATIVO (passivos superam ativos em R$ 26 Mi), zero dividendos, caixa se esgotando e alta especulativa de +124% sem fundamento. Situação patrimonial insustentável.
Segurança em FII não é sim ou não — é o tamanho do risco que você aceita. O PABY11 tem perfil de risco extremo. O que isso significa na prática:
| Componente | Nível |
|---|---|
| PL negativo | 5,0 |
| Liquidez | 5,0 |
| Ausência de renda | 5,0 |
| Risco de continuidade | 5,0 |
Com R$ 569.584 em caixa e despesa fixa de R$ 20.000/mês (taxa de administração), e sem nenhuma receita adicional, o fundo pode entrar em inadimplência com o administrador em aproximadamente 28 meses. O que acontece depois — liquidação compulsória, negociação de taxas, entrada de novo ativo — é desconhecido.
Nenhuma documentada nas fontes disponíveis.
As fontes disponíveis confirmam o PL negativo (-R$ 26,33 Mi) mas não detalham a composição dos passivos. Podem existir dívidas, litígios, obrigações contratuais ou outros encargos não visíveis publicamente que agravam ainda mais a situação.
Leitura das demonstrações financeiras auditadas publicadas na CVM.
A amplitude de R$ 9,43 a R$ 43,00 em 12 meses num fundo com R$ 842/dia de liquidez indica que poucos negócios movem o preço drasticamente. O preço pode colapsar para próximo de zero em poucos dias se um dos ~513 cotistas decidir liquidar uma posição relevante.
Nenhuma — é característica estrutural do fundo.
| Cenário | Descrição |
|---|---|
| Evento extraordinário de liquidação de ativos residuais | Algum ativo remanescente do Empreendimento Panamby é vendido a valor superior ao passivo, gerando distribuição extraordinária e zerando o PL negativo. |
| Esgotamento de caixa e inadimplência com administrador | Em ~28 meses o caixa se esgota. Sem receita nova, o fundo entra em inadimplência com a Plural S.A. Situação pode levar a liquidação forçada ou dissolução sem retorno ao cotista. |
| Perda total do capital | Com PL negativo e sem ativos geradores de renda, a probabilidade de recuperação do capital pelo cotista é baixa a nula. Em caso de liquidação, o passivo absorve todos os ativos. |
O PABY11 é um caso extremo no universo de FIIs brasileiros: fundo com mais de 31 anos de existência, patrimônio líquido negativo em -R$ 26,33 milhões, valor patrimonial por cota de -R$ 34,71, zero dividendos nos últimos 12 meses e volume médio diário de apenas R$ 842.
Criado em 1995 para desenvolver o Empreendimento Panamby em São Paulo, o fundo aparenta ter completado — ou abandonado — seu ciclo de desenvolvimento e venda. O que resta é um fundo fantasma: existe formalmente, tem cotistas e cota negociada em bolsa, mas não gera renda, não tem perspectiva clara de distribuição e consome R$ 20.000/mês de taxa de administração fixa sobre um caixa de R$ 570 mil.
A variação de +124% em 12 meses (de R$ 9,43 a um pico de R$ 43,00, com recuo a R$ 24,75) é ruído especulativo de ativo ilíquido — não reflete melhora dos fundamentos. Não existe fundamento que suporte qualquer preço positivo neste momento.
Recomendação atual: VENDA. Nota 1,5/10. ALERTA CRÍTICO: este fundo tem patrimônio líquido NEGATIVO (-R$ 26,33 Mi), não paga dividendos há pelo menos 12 meses e negocia menos de R$ 1.000 por dia — é praticamente impossível sair da posição sem mover o preço. O PABY11 foi criado em 1995 para desenvolver o Empreendimento…
Nossa leitura atual do PABY11 é “VENDA”. Nota 1,5/10. Avalie conforme seu perfil de risco e os pontos de atenção listados acima.
Os principais pontos de atenção do Fundo de Investimento Imobiliário Panamby incluem: PL NEGATIVO — passivos superam ativos em R$ 26,33 Mi; Zero dividendos nos últimos 12 meses; Liquidez praticamente nula — R$ 842/dia; Caixa se esgotando — R$ 570 mil vs R$ 20 mil/mês de custo fixo.
O PABY11 é indicado para: Especuladores experientes com pleno entendimento do risco de perda total e posições simbólicas (< 0,5% do patrimônio) Investidores com acesso a informações privadas sobre o status dos ativos do Empreendimento Panamby não disponíveis publicamente
Fundo criado em 1995 para desenvolver o Empreendimento Panamby em SP. Após 31 anos, está em fase residual sem imóveis geradores de renda: não paga dividendos, o valor do patrimônio é negativo (-R$ 34,71 por cota) e praticamente não há mercado secundário. Não é adequado para investidor de renda.