Opiniões do canal, não são recomendações de investimento. Visão de médio prazo (1-2 anos) sujeita a mudanças.
Exposição Recomendada
Desempenho da Carteira
Se você seguisse a carteira desde jan/2026Quanto valeria hoje uma carteira de R$ 100 mil montada em jan/2026 seguindo a exposição do canal — considerando variação de preço dos índices + rentabilidade (dividendos/juros) de cada classe, e incorporando os rebalanceamentos. É a forma objetiva de medir, ao longo dos anos, se a leitura macro está certa.
Até agora houve um único movimento (jan → mai). Quem puxou o resultado foi IBOV (+11,4%) e Caixa (+5,6%); o TLT (−1,7%) foi o único negativo e o dólar ficou de lado (+0,2%) — o juro de 7% a.a. quase anulou a queda do câmbio. A cada novo rebalanceamento (a cada poucos meses), este número evolui e mede a leitura macro no longo prazo.
Metodologia: R$ 100 mil na alocação de jan/2026, retorno por classe = variação do índice + rentabilidade: Dólar USD/BRL + 7% a.a. (stablecoin); TLT em reais + 3,5% a.a.; Imóveis FipeZap + 4,5% a.a. (aluguel); FIIs IFIX (já com dividendos); IBOV total return (com dividendos); Caixa CDI; IPCA+ IMA-B. Valores aproximados, atualizados em 29/05/2026. Não considera custos/impostos. Não é recomendação de investimento.
Histórico de Mudanças
FIIs sobem para Otimista (20%) e o caixa cai para 10%
A virada da mão que começou em 14/08 se completa: FIIs saem de Neutro para Otimista e vão de 15% para 20%, e o dinheiro sai do caixa, que cai de 15% para 10%. A tese é de preço, não de momento econômico — o momento do Brasil é ruim, é ano de eleição e de incerteza, mas 68% dos fundos imobiliários negociam abaixo de 0,90 do valor patrimonial (mediana de P/VP 0,83) e o rendimento mediano da classe está em 12,6% ao ano. Nas nossas próprias contas, 202 dos 231 fundos com preço justo calculado (87%) estão abaixo dele. Quem compra desconto grande em ativo que paga aluguel todo mês não precisa acertar a eleição: precisa que o mercado volte a olhar a classe depois dela. O caixa continua bom em si — a Selic a 14% paga muito bem —, mas segurar caixa enquanto a cota está barata virou custo de oportunidade. Leia o artigo completo com a tese de cada classe.
Ajuste fino: FIIs sobem, imóveis viram neutro e o IBOV sai do pessimismo
Rebalanceamento sem virada de tese, só calibragem. FIIs vão de 10% para 15%: as cotas seguem descontadas com DI alto e já começamos a virar a mão — o sentimento continua neutro, mas com viés de otimismo e fundos específicos bem acima da média da classe. Imóveis caem de 25% para 20% e saem de Otimista para Neutro, e aqui vale a distinção que faltava: comprar em leilão continua muito atrativo — entra abaixo do mercado, vende no preço —, mas a valorização do imóvel em si não anima no curto e médio prazo. São duas coisas diferentes dentro da mesma classe. IBOV sai de Pessimista para Neutro: o juro alto ainda pressiona múltiplos, mas o prêmio já embute boa parte disso e há ações isoladas com tese muito boa dentro do índice. Ouro vai de Neutro para Pessimista — depois da corrida recente, o risco de entrada ficou assimétrico contra. Peso segue em 0%. O artigo de 21/08 explica esta calibragem e a seguinte.
Rebalanceamento macro: FIIs rebaixado para Neutro, mais proteção dolarizada e real
Com o cenário macro do Brasil se deteriorando (dívida/PIB crescente, juros longos pressionados e sem horizonte de virada sem troca de governo), reduzimos o risco-Brasil que depende de gestor e reforçamos o que protege patrimônio diretamente. FIIs caem de Otimista para Neutro (20% → 10%): continuam pagando renda, mas ativos que dependem do país destravar valor tendem a lateralizar para baixo nesse ambiente. Em troca, Dólar sobe para 25% (moeda forte, ~R$ 5 ante os R$ 6,20 do topo, tira risco-Brasil), Imóveis de leilão sobem para 25% (ativo físico, sem gestor, aluguel em alta, desconto na compra) e Tesouro IPCA+ cai para 5% (taxa atrativa, mas se a deterioração continuar as taxas sobem mais e o título perde valor a mercado). Caixa (CDI) segue em 15% como pólvora seca rendendo 14,5% para aproveitar quedas. Leia o artigo completo com a tese de cada setor.
Ajuste: Dólar para Otimista, IBOV para Pessimista
Dólar a R$ 5,18 - ponto de entrada. IBOV com preços esticados após alta de 34%. Redução de 15% para 10% em IBOV, aumento para 20% em Dólar.
Rebalanceamento: Ouro como Termômetro
FIIs 20%, Dólar 15%, Imóveis 15%, IBOV 15%, Caixa 15%, TLT 10%, IPCA+ 10%. FIIs passa para Otimista.
Imóveis muda para Otimista
Leilões cresceram 86% em 2024. Oportunidade única com descontos de até 60%. Leia o artigo completo.
Novo Rebalanceamento + Imóveis
Dólar 25%, Caixa 20%, TLT 15%, Imóveis 15%, FIIs 10%, IPCA+ 10%, IBOV 5%.
Rebalanceamento da Carteira
Caixa 25%, Dólar 25%, TLT 20%, FIIs 15%, IPCA+ 10%, IBOV 5%.
Bitcoin muda para Pessimista
Fim de ciclo, risco Strategy, exposição zerada.
Ouro muda para Neutro
Preços esticados, aguardando correção para entrada.
TLT muda para Otimista
Preços historicamente baixos, risco limitado, ativo de proteção.
IPCA+ muda para Neutro
Taxas altas mas risco fiscal real. Marcação a mercado pode ser negativa.
Lançamento do App
Primeira versão das expectativas do canal.