O LVBI11 distribui R$ 0,75 por cota mensalmente, valor que se mantém linearizado há mais de 14 meses consecutivos sem qualquer corte. Ao preço de R$ 103,60 por cota (30/06/2026), isso equivale a um dividend yield de 8,3% ao ano pelo critério de mercado, ou 7,5% ao ano pelo critério patrimonial (sobre o valor patrimonial de R$ 120,34/cota).
O pagamento ocorre sempre entre os dias 5 e 8 do mês seguinte ao mês de competência — histórico que se mantém desde o IPO do fundo, sem atrasos registrados. O último dividendo foi pago em 08 de junho de 2026, referente à competência de maio/2026.
Vale destacar que a receita imobiliária recorrente do fundo supera o valor distribuído: a gestora não está queimando caixa para sustentar o R$ 0,75. O fundo acumula R$ 0,33/cota de reserva, que funciona como colchão adicional para estabilizar distribuições em caso de vacância ou inadimplência eventual.
O LVBI11 tem um dos históricos de distribuição mais regulares entre os FIIs logísticos. A distribuição mensal de R$ 0,75/cota foi estabelecida como patamar consolidado, com o gestor adotando linearização — técnica que distribui o resultado médio projetado no mês, em vez de oscilar conforme pagamentos de aluguel variáveis no mês.
Nos últimos 12 meses, o fundo pagou exatamente R$ 0,75/cota todos os meses, de junho/2025 a maio/2026. O DY mensal variou entre 0,67% e 0,74% conforme a cotação oscilou, mas o valor absoluto em reais se manteve fixo.
Para efeito de comparação: em 2024, o total acumulado semestral superou R$ 87 milhões de distribuição no 1º semestre e R$ 81 milhões no 2º semestre — sinal de que o fundo opera com resultado sólido há vários anos, não apenas nos últimos meses.
A gestora Patria classifica a tendência como estável (linearizada). O guidance oficial, reiterado no Relatório Gerencial de fevereiro/2026, é: “nossa expectativa é manter o patamar de distribuição em R$ 0,75/cota até o final do primeiro semestre”. Com o processo de incorporação pelo HGLG11 em andamento, a estabilidade do dividendo é um dos fatores que o gestor monitora com mais atenção.
O DY do LVBI11 depende do preço pago pela cota. A tabela abaixo resume os cenários projetados pela análise:
Na cotação atual de R$ 103,60, o DY 12m implícito é de 8,7% ao ano (R$ 0,75 × 12 / R$ 103,60) — ligeiramente acima da média histórica do fundo, que carregou cotação entre R$ 108 e R$ 112 durante boa parte de 2025.
O LVBI11 paga dividendos mensalmente, ou seja, 12 vezes por ano. Não há pagamentos trimestrais ou semestrais: cada mês de competência gera uma distribuição paga no mês seguinte. Para o cotista, isso significa renda recorrente a cada ciclo mensal.
A sustentabilidade do dividendo do LVBI11 é robusta no curto prazo. O fundo opera com vacância física e financeira de 0,0% em seus 10 galpões logísticos — ou seja, toda a área locável está contratada e sendo paga. A receita contratada supera o valor distribuído, e o gestor não usa capital de giro ou reservas para fechar o caixa mensal.
A reserva de R$ 0,33/cota acumulada serve como proteção contra eventos imprevistos — uma inadimplência temporária, uma devolução de área, ou um gap entre contratos durante um processo de recontratação. Com essa reserva, o fundo poderia manter o dividendo de R$ 0,75 por mais de 5 meses mesmo sem nenhuma receita nova.
O principal risco de curto prazo para o dividendo é a saída programada da Elfa Medicamentos do ativo Aratu em setembro/2026, que elevaria a vacância física de 0,0% para cerca de 1,1%. A gestora já afirmou que a área está em fase de prospecção, mas enquanto não houver novo locatário assinado, o DPS pode ser pressionado — provavelmente usando parte da reserva acumulada para manter o nível de distribuição.
No horizonte da incorporação pelo HGLG11, a perspectiva de dividendo para o cotista do LVBI é de continuidade: o HGLG11 tem DPS histórico entre R$ 0,74 e R$ 0,77/cota equivalente, o que representa manutenção da renda mensal para quem aceitar a migração automática.
Em 2026 o LVBI11 pagou R$ 5,25 por cota em 7 competências, média de R$ 0,75 por mês.
| Competência | Rendimento/cota | DY no mês | Preço-base | Data-com | Pagamento |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026-07 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
| 2026-06 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
| 2026-05 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
| 2026-04 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
| 2026-03 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
| 2026-02 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
| 2026-01 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
Em 2025 o LVBI11 pagou R$ 3,75 por cota em 5 competências, média de R$ 0,75 por mês.
| Competência | Rendimento/cota | DY no mês | Preço-base | Data-com | Pagamento |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025-12 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
| 2025-11 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
| 2025-10 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
| 2025-09 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
| 2025-08 | R$ 0,75 | — | — | — | — |
Sim. O LVBI11 distribui dividendos mensalmente, sempre entre os dias 5 e 8 do mês seguinte ao de competência. O valor atual é R$ 0,75/cota, mantido há mais de 14 meses consecutivos.
O DY do LVBI11 é de 8,3% ao ano pelo critério de mercado (cotação de R$ 103,60 em 30/06/2026). O DY patrimonial, calculado sobre o VP de R$ 120,34, fica em torno de 7,5% ao ano.
Sim. Os rendimentos distribuídos pelos FIIs listados, incluindo o LVBI11, são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam aos critérios da legislação vigente (cotas negociadas em bolsa, fundo com mais de 50 cotistas e cotista com menos de 10% das cotas).
Após a incorporação, os cotistas do LVBI11 recebem cotas do HGLG11 na proporção de 0,73 cota HGLG por 1 cota LVBI. O DPS do HGLG11 equivalente ao LVBI fica entre R$ 0,74 e R$ 0,77/cota — mantendo o patamar de renda mensal.
O LVBI11 pagou R$ 0,75/cota em todos os 12 meses de junho/2025 a maio/2026, totalizando R$ 9,00/cota no período. O DY mensal variou entre 0,67% e 0,74% conforme a oscilação da cotação.
O principal risco imediato é a saída da Elfa Medicamentos em set/2026, que elevaria a vacância para ~1,1%. O fundo tem R$ 0,33/cota de reserva para amortecer o impacto. No cenário pessimista da análise, o DPS poderia recuar para R$ 0,72/cota temporariamente.
O LVBI11 reúne 10 galpões logísticos de alto padrão, quase todos Classe A, em regiões fortes como Extrema (MG) e São Bernardo do Campo, alugados a gigantes como Amazon, Ambev e DHL. Fique atento: o fundo está em processo de fusão com o HGLG11 e deverá deixar de existir como papel próprio.