Indicadores econômicos hoje 📊
Os números que movem seus investimentos, reunidos num só painel. A taxa Selic e os juros dos EUA definem o custo do dinheiro; a inflação corrói (ou preserva) o seu poder de compra; e o fluxo de investidores na B3 mostra quem está comprando e vendendo na bolsa. Tudo atualizado automaticamente, com histórico e as próximas reuniões. Clique em cada indicador para ver os detalhes.
Taxa Selic
BrasilA taxa básica de juros do Brasil, definida pelo COPOM a cada ~45 dias. Baliza o CDI, a renda fixa e o crédito.
Ver Selic e próxima reuniãoJuros dos EUA
FedA taxa do Federal Reserve move o dólar e o apetite por risco global. Quando sobe, o capital tende a sair de emergentes.
Ver juros do FedNossa Inflação
vs IPCAA inflação que pesa no seu bolso, comparada ao IPCA oficial. Mostra de onde realmente vem a alta de preços.
Ver inflação realFluxo na B3
BolsaQuem está comprando e vendendo na bolsa: estrangeiro, institucional e pessoa física. Saldo líquido, direto do Boletim da B3.
Ver fluxo da bolsaComo esses indicadores conversam entre si
Nenhum indicador vive sozinho. A Selic é a ferramenta do Banco Central para controlar a inflação: quando os preços sobem demais, o COPOM aumenta os juros para esfriar o consumo; quando a inflação cede, abre espaço para cortes. Por isso a página da Selic e a da inflação devem ser lidas juntas.
Os juros dos EUA são o termômetro do mundo. Quando o Fed sobe a taxa, o dólar se fortalece e parte do capital estrangeiro deixa mercados emergentes como o Brasil — movimento que aparece, em tempo quase real, no fluxo de investidores na B3. Acompanhar o saldo do estrangeiro ajuda a entender por que a bolsa sobe ou cai mesmo sem notícia local.
Para o investidor, a leitura conjunta vale mais do que qualquer número isolado: juros altos favorecem a renda fixa e o caixa; inflação alta exige proteção (imóveis, dólar, IPCA+); e o fluxo estrangeiro antecipa a direção da bolsa e dos fundos imobiliários.
Perguntas frequentes
Quais são os principais indicadores econômicos para o investidor?
Para quem investe no Brasil, os mais relevantes são a taxa Selic (juros básicos definidos pelo COPOM), os juros dos EUA (definidos pelo Fed), a inflação (que corrói o poder de compra) e o fluxo de investidores na B3 (quem está comprando e vendendo na bolsa). Juntos, eles explicam o custo do dinheiro, o apetite por risco e a direção dos preços.
Por que a Selic e os juros dos EUA importam para a bolsa e os FIIs?
Juros altos tornam a renda fixa mais atraente e pressionam para baixo os ativos de risco, como ações e fundos imobiliários. Quando a Selic sobe, parte do dinheiro migra da bolsa para o CDI; quando o Fed sobe os juros nos EUA, o dólar tende a se fortalecer e o capital estrangeiro pode sair de mercados emergentes como o Brasil.
Com que frequência os indicadores são atualizados?
Automaticamente, pelo servidor: a Selic após cada reunião do COPOM (~45 dias), os juros dos EUA após cada reunião do FOMC, a inflação a cada divulgação mensal e o fluxo da B3 a cada pregão, com base no Boletim Diário do Mercado.