Aviso. Esta recalibração foi refeita. O motor que produziu a composição publicada aqui tinha uma falha, e as justificativas escritas ao lado de cada ativo não se sustentaram quando os números foram medidos de novo. Este artigo pode ser desconsiderado. A carteira válida é a da atualização: Carteiras recomendadas de FIIs: a atualização de agosto e a nova carteira Mista.
O que aconteceu
Em 7 de agosto de 2026 foi publicada aqui uma recalibração das carteiras recomendadas de FIIs. Ao revisar o que tinha saído, três justificativas não bateram com o que os documentos dos fundos dizem — e a causa era o motor de seleção, não a redação. A rodada foi refeita do zero com o motor corrigido, e o resultado substitui integralmente o que estava nesta página. Não existem duas recalibrações: existe uma, a atualizada.
O que a versão atualizada traz
São sete carteiras, e não mais seis. A novidade é a Mista, que pede renda e valorização do mesmo fundo em vez de escolher um dos dois — o ativo entra nela pela média harmônica das notas de renda e de capital, a conta que não deixa uma perna curta se esconder atrás da outra. As outras seis foram recompostas com uma régua mais apertada: indicador medido do histórico a cada rodada em vez de lido de um campo antigo, veredicto mínimo de ACUMULAR para o fundo entrar, e teto de concentração contando grupo econômico em vez de razão social.
A atualização traz também o placar do trimestre contra o IFIX, com os acertos e os erros nomeados, o que entrou e o que saiu de cada carteira com o motivo de cada troca, e o imposto apurado no período.
Leia a versão válida: Carteiras recomendadas de FIIs: a atualização de agosto e a nova carteira Mista. A composição vigente, com todos os pesos, o racional de cada ativo e o desempenho diário, fica em /fiis/recomendados.