Carteiras recomendadas de FIIs montadas por IA a partir da base de 86 fundos analisados. Combinam 2 objetivos (renda passiva e ganho de capital) com 3 perfis de risco (conservador, moderado, agressivo).
Renda + Valorização — Mista
Dividendo bom e cota com espaço para subir, sem escolher um dos dois
IRIM11 11%, RBRR11 11%, HSLG11 10%, XPSF11 9%, MCRE11 9%, JSRE11 9%, VCJR11 9%, CPTS11 9%, RBVA11 8%, ITRI11 8%, ALZR11 7%
Ganho de Capital — Agressivo
Risco na estrutura do fundo, nunca contra o macro
IRIM11 15%, RBRR11 14%, XPSF11 13%, JSRE11 13%, GGRC11 12%, MCRE11 12%, XPML11 11%, TGAR11 10%
Ganho de Capital — Moderado
Valorização aceitando risco de execução
IRIM11 11%, RBRR11 10%, HSLG11 10%, XPSF11 9%, MCRE11 9%, JSRE11 9%, VCJR11 9%, CPTS11 9%, GGRC11 9%, XPML11 8%, ITRI11 7%
Ganho de Capital — Conservador
Valorização com a maior certeza possível
IRIM11 9%, RBRR11 9%, CPTS11 8%, MCRE11 8%, GGRC11 8%, RCRB11 8%, VCJR11 8%, XPML11 7%, RBRY11 7%, RECR11 7%, RZAT11 7%, PORD11 7%, CLIN11 7%
Renda Passiva — Agressivo
Yield máximo com piso de estabilidade no dividendo
MANA11 12%, CLIN11 12%, CPTS11 11%, ICRI11 11%, VGIP11 11%, RINV11 11%, RBRR11 11%, HSAF11 11%, CYCR11 10%
Renda Passiva — Moderado
Renda maior aceitando alguma oscilação
CPTS11 10%, MANA11 10%, ICRI11 9%, GGRC11 9%, CLIN11 9%, HSAF11 9%, PORD11 9%, CYCR11 9%, FATN11 9%, RBVA11 9%, BRCR11 8%
Renda Passiva — Conservador
Renda previsível para quem vive do rendimento
CPTS11 8%, MCRE11 8%, GGRC11 8%, FATN11 8%, HSAF11 8%, ICRI11 8%, CYCR11 8%, PMLL11 8%, KNHY11 8%, RBVA11 7%, CLIN11 7%, VISC11 7%, BRCR11 7%
Alocação de 21/08/2026, escolhida entre 86 fundos elegíveis. O desempenho de cada carteira é acompanhado desde 13/05/2026 numa simulação de R$ 100.000, com dividendos reinvestidos e imposto sobre ganho de capital apurado.
- Renda + Valorização — Mista — 11 ativos · dividend yield médio ponderado de 14,81% · P/VP médio de 0,77 · variação do dividendo de 6,7%. Desempenho desde 07/08/2026: -2,36% com dividendos reinvestidos, contra -3,28% do IFIX no mesmo período — +0,92 ponto(s) percentual(is) à frente do índice.
- Ganho de Capital — Agressivo — 8 ativos · dividend yield médio ponderado de 15,14% · P/VP médio de 0,73 · variação do dividendo de 6,0%. Desempenho desde 13/05/2026: -6,55% com dividendos reinvestidos, contra -4,87% do IFIX no mesmo período — -1,68 ponto(s) percentual(is) atrás do índice.
- Ganho de Capital — Moderado — 11 ativos · dividend yield médio ponderado de 14,9% · P/VP médio de 0,77 · variação do dividendo de 6,4%. Desempenho desde 13/05/2026: -5,00% com dividendos reinvestidos, contra -4,87% do IFIX no mesmo período — -0,13 ponto(s) percentual(is) atrás do índice.
- Ganho de Capital — Conservador — 13 ativos · dividend yield médio ponderado de 16,02% · P/VP médio de 0,81 · variação do dividendo de 11,1%. Desempenho desde 13/05/2026: -5,14% com dividendos reinvestidos, contra -4,87% do IFIX no mesmo período — -0,27 ponto(s) percentual(is) atrás do índice.
- Renda Passiva — Agressivo — 9 ativos · dividend yield médio ponderado de 15,77% · P/VP médio de 0,87 · variação do dividendo de 7,7%. Desempenho desde 13/05/2026: -11,89% com dividendos reinvestidos, contra -4,87% do IFIX no mesmo período — -7,02 ponto(s) percentual(is) atrás do índice.
- Renda Passiva — Moderado — 11 ativos · dividend yield médio ponderado de 14,55% · P/VP médio de 0,82 · variação do dividendo de 2,7%. Desempenho desde 13/05/2026: -2,23% com dividendos reinvestidos, contra -4,87% do IFIX no mesmo período — +2,64 ponto(s) percentual(is) à frente do índice.
- Renda Passiva — Conservador — 13 ativos · dividend yield médio ponderado de 14,13% · P/VP médio de 0,82 · variação do dividendo de 3,4%. Desempenho desde 13/05/2026: -2,17% com dividendos reinvestidos, contra -4,87% do IFIX no mesmo período — +2,70 ponto(s) percentual(is) à frente do índice.
Como essas carteiras são montadas
Análise gerada por IA — não é recomendação de gestor humano nem indicação personalizada. Modelo: Claude Opus (Anthropic), alimentado pela base completa de análises profundas do site, da qual — fundos passam nos filtros de elegibilidade.
O que decide uma carteira não é o palpite sobre qual fundo vai subir. É a ordem em que as perguntas são feitas. São cinco etapas.
- O ciclo de juros inclina as classes — descontando o que o mercado já pagou. Com a Selic caindo devagar, papel pós-fixado perde receita e tijolo descontado ganha espaço. Mas isso todo mundo já sabe, e preço não espera artigo: a inclinação entra com desconto do que já está embutido na cota, medido pelo quanto a classe andou nos últimos três meses. Ciclo de juros é ponto de partida, não tese — por isso ele desempata quem está próximo e nunca promove fundo fraco de classe favorecida na frente de fundo sólido de classe neutra.
- O universo vem de sinais que não dependem do preço de hoje. Antes de olhar qualquer indicador de barganha, os cerca de 440 fundos listados viram um universo confiável de aproximadamente 110. O critério mais pesado é quantos gestores de fundos de fundos profissionais carregam o ativo — gente que estudou o fundo e pôs dinheiro dos cotistas nele, e que responde por cada posição. Entram junto o número de cotistas, o peso no IFIX, a nota da análise, a nota da gestora e a liquidez. Por que não começar por P/VP ou dividend yield: o mercado já precificou tudo isso. Número baixo costuma ser desconto merecido, não oportunidade. Métrica de tela serve para ordenar um conjunto já sabido confiável — não para formar o conjunto.
- Nota por objetivo e por perfil. O mesmo fundo vale coisas diferentes conforme o que se quer dele. Numa carteira de renda pesam o quanto paga hoje, o payout sobre o resultado de caixa e a regularidade dos pagamentos. Numa de ganho de capital pesam o desconto contra o preço justo e o tamanho do destravamento possível. E o perfil ajusta a exigência: o conservador não aceita o que o agressivo aceita.
- Poda com tetos de concentração. Aqui a carteira deixa de ser uma lista de bons fundos e vira uma carteira: teto por ativo, por segmento, por gestora e por classe de risco. Foi a etapa que não existia em junho — e por isso 46% do patrimônio da carteira agressiva de renda pôde ficar em crédito do agronegócio sem que nada acusasse.
- Revisão ativo a ativo, contra quem ficou de fora. Com a lista fechada, cada escolhido é comparado com os concorrentes diretos que o filtro descartou — e dessa vez lendo as análises inteiras, não o painel de números. Todo veredicto de troca exige evidência citada da análise do fundo; sem citação, é descartado. Quando um ativo sai, a vaga é reposta e o substituto passa pela mesma leitura, até que nenhum ativo da carteira tenha entrado sem ser examinado. Essa etapa existe por um motivo simples: métrica de tela não lê frase. Um fundo pode ter dividend yield alto, payout saudável, desconto patrimonial e liquidez de sobra, e a própria análise dele dizer, três parágrafos abaixo, que o inquilino principal vai sair, que o dividendo do mês veio de uma indenização, ou que existe uma assembleia marcada que pode liquidar o fundo. Nada disso aparece em coluna de planilha.
O que é conta e o que é julgamento. Dividend yield, estabilidade do dividendo e liquidez são calculados na hora a partir do histórico de pagamentos e do fechamento diário de cada fundo — não são lidos de campos gravados na análise, que podem estar meses atrasados. Sobre esses números a IA decide; e um validador automático confere a decisão contra as regras duras de cada perfil (número de ativos, teto por ativo, piso de liquidez, teto por subsegmento, teto de 25% por gestora e teto de crédito do agronegócio). Alocação que não passa não é publicada — inclusive quando quem propôs a troca foi a própria revisão.
O processo é determinístico no schema, mas não na seleção — uma nova rodada com os mesmos dados pode retornar carteiras um pouco diferentes. Re-executamos quando a base muda de forma relevante.